Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Câmara vai tentar votar Orçamento de Guerra nesta sexta-feira
Coronavírus

Câmara vai tentar votar Orçamento de Guerra nesta sexta-feira

Proposta dará mais liberdade e segurança jurídica para o governo federal avançar com gastos em tempos de pandemia do coronavírus

Publicado em 03 de Abril de 2020 às 11:10

Redação de A Gazeta

Publicado em 

03 abr 2020 às 11:10
Deputados e senadores reunidos no plenário da Câmara durante a votação do Orçamento, nesta terça (17)
Deputados e senadores reunidos no plenário da Câmara devem votar Orçamento de Guerra nesta sexta (3) Crédito: Jonas Pereira/Agência Senado
Os deputados vão tentar finalizar ainda nesta sexta-feira, 3, a votação da proposta de emenda constitucional chamada de Orçamento de Guerra. O texto segrega as contas da União durante a crise da covid-19 e dá mais liberdade e segurança jurídica para o governo avançar com os gastos em tempos de pandemia. Se a Câmara conseguir finalizar a votação, restará o Senado analisar a medida antes de ir à sanção.
Lideranças debaterem durante toda quinta-feira para tentar resolver todos as discordâncias em relação ao texto e levar para o plenário uma proposta já consensual para a realização de uma votação mais célere possível.
O governo já deu seu aval à medida. "Conversamos muito durante toda a semana e construímos juntos", disse o líder do governo na Câmara Major Vitor Hugo (PSL-GO). O ponto de discordância que havia com o Executivo foi ajustado antes da leitura do relatório. O governo se preocupava com a redação do trecho sobre a possibilidade de o Legislativo sustar as decisões do comitê que será criado para fazer a gestão dos recursos na crise. A versão anterior dizia que é dado poder ao Congresso para sustar qualquer decisão "em caso de ofensa ao interesse público ou de extrapolação dos limites da sua ação".
A atual diz que a prerrogativa é para "caso de irregularidade ou de extrapolação aos limites do artigo".
Agora, lideranças ainda debatem sobre pontos sobre a atuação do Banco Central. A instituição poderá comprar e vender direitos creditórios e títulos privados de crédito em mercados secundários. O montante total de compras de cada operação deverá ser autorizado pelo Tesouro e imediatamente informado ao Congresso. As operações vão exigir aporte de capital de pelo 25% do Tesouro. Esse porcentual ainda é um entrave para algumas lideranças e poderá ser alterado.
Outro ponto ainda em debate é sobre os depósitos voluntários no Banco Central, que acabou ficando de fora do relatório do deputado Hugo Motta (Republicanos-RR), lido na quarta-feira em plenário.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Radar móvel será usado em ação educativa com bikes elétricas em Vitória
Imagem de destaque
Escape de urina ao correr ou pular não é normal e também afeta mulheres jovens. Entenda
Trio é flagrado andando em bike elétrica por ruas de Aracruz
Três adolescentes são flagrados na mesma bike elétrica em Aracruz

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados