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Declaração

Bolsonaro ressalta queda no dólar e pede a governadores que não fechem comércio

Ao comentar de economia, Bolsonaro comemorou o destaque que foi dado por órgãos como a OCDE e o FMI

Publicado em 11 de Dezembro de 2020 às 11:32

Redação de A Gazeta

Publicado em 

11 dez 2020 às 11:32
Jair Bolsonaro durante encontro com Paulo Skaf, presidente da Fiesp
Jair Bolsonaro participou de transmissão semanal para redes sociais Crédito: Marcos Corrêa
O presidente Jair Bolsonaro comentou, na noite desta quinta-feira (10), em sua transmissão semanal para redes sociais, o comportamento do câmbio brasileiro. Ele reforçou que dólar se aproximou do nível de R$ 5 - a moeda à vista fechou nesta quinta em queda de 2,60%, em R$ 5,0379, o menor nível desde 12 de junho.
"Dólar hoje (quarta, dia 9) quase baixou de R$ 5, foi a R$ 5,04 (sic), então a economia está indo bem. Chegou a bater R$ 5,74 em novembro, está em R$ 5,04. Isso tem reflexo positivo para umas coisas, negativo para outras", afirmou o presidente.
Ao comentar de economia, Bolsonaro comemorou o destaque que foi dado por órgãos como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) às medidas fiscais de enfrentamento à pandemia de Covid-19.
"O Brasil foi um dos países que melhor se saiu no tocante ao combate à Covid. Melhor se saiu na questão econômica, por assim dizer", disse o presidente.
Entre as ações do governo, o presidente elencou o Pronampe, o auxílio emergencial - que mais uma vez reforçou não ser definitivo - e a suspensão temporária de contratos trabalhistas. Mas fez um pedido e um alerta. "O apelo que eu faço aos senhores governadores, senhores prefeitos, acabaram as eleições agora: que tomem medidas que não prejudiquem o comércio. Porque todo mundo já admite, a própria OMS, que saúde e economia tem de andar de mãos dadas. Não adianta começar a fechar tudo de novo. É quase impossível o governo socorrer novamente Estados e municípios, porque nós nos endividamos demais", disse.

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