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Bolsonaro diz que importação do arroz vai derrubar preço do alimento

De acordo com o presidente, o cereal deverá ficar mais barato na esteira da entrada do que ele chama de 'supersafra' do produto

Publicado em 11 de Outubro de 2020 às 09:55

Redação de A Gazeta

Publicado em 

11 out 2020 às 09:55
Jair Bolsonaro em solenidade em Pernambuco
Jair Bolsonaro em solenidade em Pernambuco Crédito: Isac Nóbrega/PR
O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado, 10, que o preço do arroz deve apresentar queda em breve. Isso porque, de acordo com ele, o Brasil acaba de promover a importação de milhares de toneladas do cereal. Isso num primeiro momento. Mais à frente, de acordo com o presidente, o arroz deverá registrar queda de seus preços na esteira da entrada do que ele chama de "supersafra" do produto.
"Na questão da inflação, cesta básica, eu conversei com a ministra Tereza Cristina Agricultura esta semana e ela disse que está chegando no Brasil não sei quantas mil toneladas de arroz, tivemos que importar e vai dar uma diminuída nos preços do arroz. Vem uma supersafra agora no final do ano, começo do ano que vem. Como a gente sabe disso? Pelo volume de crédito do Banco do Brasil", disse Bolsonaro em uma transmissão ao vivo pelas redes sociais ao lado de uma apoiadora em Guarujá (SP).
De acordo com o mandatário os preços subiram devido ao aumento da demanda pelo cereal. "Por que aumentou o preço? Tudo que tem uma procura muito grande e o mercado não tem para oferecer, acaba aumentando o preço. O emergencial de R$ 600,00 estimulou um pouco o consumo", disse.
Para o presidente, como as pessoas ficaram em casa em função do distanciamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus, o consumo aumentou "porque a tendência de quem fica em casa é visitar mais a geladeira. De acordo com ele, muita gente passou a fazer estoque em casa e isso fez o preço do arroz subir ainda mais.
"Isso aí empurra o preço para cima. Hoje mesmo falei com o Paulo Guedes ministro da Economia, hoje mesmo conversei com o Roberto Campos presidente do Banco Central", disse Bolsonaro.
"No caso da inflação; pessoal, eu sei que é duro! O cara diz, ah, o cara é presidente, tá ganhando bem, tá até barrigudo, é fácil falar paciência. Mas não tem outra alternativa, pô! Vamos ter que enfrentar isso aí."
Segundo o presidente, o pessoal do campo está feliz porque a China está comprando bastante e o preço está subindo no mundo todo. "Aí tem gente que reclama que o preço está subindo aqui e eu falo: malandro, vai plantar arroz também, vai plantar feijão! Agora que tem uma chance do pessoal do campo ganhar bem mais que ganharam nos últimos anos... vivemos numa democracia. Eles vendem pra quem quiser", disse.
Ainda de acordo com Bolsonaro, na semana que vem ele vai ter uma conversa com a ministra Tereza Cristina sobre a soja no Brasil, mas salientou que não vai interferir em nada. "Nós não vamos interferir em nada, dar carteirada, exigir, tabelar nada. isso não existe. Já com a Tereza Cristina, ela está promovendo um grande encontro com os grandes produtores de soja do Brasil para ver como é que fica esta questão para atender o mercado interno", finalizou Bolsonaro.

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