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Funcionamento na pandemia

Bolsonaro torna indústrias e construção civil atividades essenciais

Presidente atualizou, por decreto, o rol das categorias que podem funcionar normalmente durante a pandemia do novo coronavírus
Redação de A Gazeta

Publicado em 

07 mai 2020 às 15:58

Publicado em 07 de Maio de 2020 às 15:58

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ampliou a lista de serviços essenciais durante a pandemia do novo coronavírus, atendendo à demanda de empresários que se reuniram com ele na manhã desta quinta-feira (7).
Construção civil
Após decreto, obras poderão ser mantidas no país durante a pandemia do novo coronavírus Crédito: Jcomp/ Freepik
Além da construção civil, que ele havia anunciado mais cedo, o presidente incluiu, em edição extra do "Diário Oficial da União", mais três categorias: atividades industriais, setor de produção, transporte e distribuição de gás natural e o ramo químico e petroquímico de matérias-primas, bem com de produtos de saúde, higiene, alimentos e bebidas.
Com a inclusão na relação, as atividades econômicas passaram a ser autorizadas a funcionar mesmo diante das restrições de circulação determinadas por estados e municípios. Na semana passada, Bolsonaro já havia incluído na relação treze serviços, entre eles a locação de veículos, o comércio de produtos de higiene e alimentação e o transporte de carga.
"Alguns Estados exageraram, mas não estou brigando com ninguém", afirmou Bolsonaro. "Vamos colocar novas categorias com responsabilidade e observando as normas do Ministério da Saúde. Porque senão, depois da UTI, é o cemitério, e não queremos isso para o Brasil", completou.
Bolsonaro tem igualado a crise sanitária do coronavírus – que já matou 8.536 pessoas no Brasil – à crise econômica. Desde o início da pandemia, ao menos 5 milhões de trabalhadores com carteira assinada no país foram afetados, seja por demissão, seja suspensão de contrato, seja corte de jornadas e salários.
O presidente defende a flexibilização do isolamento social e a reabertura do comércio. Nesta quinta-feira (7), em uma tentativa de pressionar pela retomada da atividade econômica, Bolsonaro levou um grupo de empresários ao STF (Supremo Tribunal Federal).
O encontro, realizado com o presidente José Dias Toffoli, foi de surpresa, não estava na agenda oficial e gerou um constrangimento ao ministro. A avaliação na corte foi de que Bolsonaro quis dividir com o Judiciário o ônus da crise.
Durante a visita, um dos integrantes do grupo de empresários chegou a comparar a situação da indústria com os efeitos da Covid-19 na saúde. Ele disse que haverá mortes de CNPJs (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas).
Nesta quarta-feira (6), o Brasil bateu novo recorde de óbitos diários, com 615 novos registros de mortes, segundo o Ministério da Saúde. Ao ouvir as demandas, Toffoli cobrou coordenação do governo com os Poderes e os entes da Federação.
Apesar de Toffoli ter afirmado que é necessário fazer um planejamento para a volta do funcionamento das indústrias, Bolsonaro autorizou, por meio do decreto, que elas voltem a operar a partir desta quinta-feira (7).?

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