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Reação do mercado

Bolsa sobe e fecha acima dos 100 mil pontos pela primeira vez desde março

Na semana, marcada pela melhora acima do esperado do comércio em maio, a Bolsa brasileira acumulou alta de 3,4%. O dólar fechou em queda de 0,26% a R$ 5,3230

Publicado em 10 de Julho de 2020 às 18:19

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 jul 2020 às 18:19
Nesta sexta-feira (10), a Bolsa brasileira fechou acima dos 100 mil pontos pela primeira vez desde 5 de março. O Ibovespa, maior índice acionário do país, fechou em alta de 0,87%, a 100.031 pontos, acompanhando o desempenho positivo das principais Bolsas globais.
Bolsa de Valores de São Paulo, a BR
Bolsa de Valores de São Paulo Crédito: Luiz Prado/B3/Arquivo AG
Investidores estão otimistas com o resultado de um tratamento experimental para o coronavírus, apesar do avanço recorde da doença nos Estados Unidos.
A Gilead Sciences informou nesta sexta que dados adicionais de um estudo em estágio avançado mostraram que seu medicamento antiviral remdesivir melhorou significativamente a recuperação clínica e reduziu em 62% o risco de morte em pacientes com Covid-19.
A farmacêutica afirmou que a descoberta requer confirmação em futuros ensaios clínicos.
Na semana, marcada pela melhora acima do esperado do comércio em maio, a Bolsa brasileira acumulou alta de 3,4%.
Em Nova York, o índice Dow Jones subiu 1,44% na sessão. S&P 500 teve alta de 1,05% e Nasdaq, de 0,66%
O dólar fechou em queda de 0,26% a R$ 5,3230. O turismo está a R$ 5,62.
Embora continue distante dos quase 120 mil pontos que alcançou no final de janeiro, o Ibovespa já acumula valorização de cerca de 60% desde as mínimas do ano registradas em março, após seis circuit breakers – paralisação temporária nas negociações em fortes quedas do Ibovespa – e a declaração de pandemia pela OMS (Organização Mundial da Saúde).
Os juros baixos, a injeção de liquidez de bancos centrais e a melhora de dados econômicos nos últimos meses impulsionaram a rápida recuperação do índice.
"A marca de 100 mil pontos é extremamente positiva, mas esperada", diz Simone Pasianotto, economista chefe da Reag Investimentos.
Ela aponta que, em março, empresas perderam valor de face, com a correria de investidores e fundos para se desfazer de ativos de risco, mas o valor patrimonial das companhias não caiu tanto como o valor de mercado.
"O tombo foi muito grande, estamos nos recuperando do susto ainda. O caminho é longo, ainda temos 20% para recuperar e voltar aos 120 mil pontos. Essa parte que é a mais dolorida", afirma Simone.

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