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Mercado Financeiro

Após reforma do IR, Ibovespa cai 2,28% e atinge patamar de 116 mil pontos

A Bolsa de Valores brasileira encerrou a 116.677 pontos em um dia em que o mercado respondeu negativamente ao resultado da votação da reforma do Imposto de Renda na Câmara

Publicado em 02 de Setembro de 2021 às 19:10

Agência FolhaPress

Publicado em 

02 set 2021 às 19:10
Mercado financeiro, bolsa de valores, ações, mercado de capitais, B3
Mercado financeiro, bolsa de valores, ações, mercado de capitais, B3 Crédito: Pixabay
A Bolsa de Valores brasileira encerrou esta quinta-feira (2) com queda de 2,28%, a 116.677 pontos, em um dia em que o mercado, já estressado com as perspectivas de baixo crescimento econômico, respondeu negativamente ao resultado da votação da reforma do Imposto de Renda na Câmara. O dólar fechou estável, a R$ 5,1820.
"A dinâmica de hoje é explicada quase integralmente pela reforma tributária, que, ao ser enviada para a Câmara, já vinha fazendo o Brasil operar com preços piores em relação a outros países emergentes", diz Daniel Miraglia, economista-chefe da Integral Investimento.
Para Miraglia, o mercado tem avaliado a reforma do IR como sendo "populista" e que ela "complica a vida do contribuinte", afirma.
Entre os pontos que desagradam investidores está o fato de o substitutivo aprovado na Câmara acabar com o JCP (Juros sobre Capital Próprio), segundo Rafael Ribeiro, analista da Clear Corretora.
Hoje, o JCP pode ser utilizado pelas empresas para distribuir lucros aos acionistas e computado como despesa, ou seja, ajuda a abater impostos.
Para ser aprovada, a reforma tributária ainda precisará ser analisada pelo Senado.
Dados recentes da atividade econômica também pesaram no resultado da Bolsa nesta quinta, de acordo com o analista.
Também nesta quinta, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que a produção industrial teve queda de 1,3% em julho, em relação a junho. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam recuo de 0,8%.
O setor industrial está pressionado pela escassez de insumos e pelo aumento de custos nas fábricas, situação agravada pela alta da energia.
"O resultado reduz a expectativa de crescimento das empresas e acaba afetando o potencial de valorização das ações", diz Ribeiro.
Na quarta-feira (1º), a divulgação do PIB do segundo trimestre mostrou retração de 0,1% da economia em relação ao período imediatamente anterior, frustrando expectativas do mercado, que estimava alta de 0,2%.
No pregão desta quinta, o mercado doméstico operou novamente descolado do bom desempenho do exterior.
Os índices americanos Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq encerraram o dia com altas de 0,37%, 0,28% e 0,14%, respectivamente.
O petróleo Brent, referência mundial, subiu 1,73%, a 72,83 dólares (R$ 376,78).

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