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Contratações começam em 2020

Obras do Porto Central vão abrir 4 mil vagas de empregos no ES

Serão abertas chances para trabalhadores especializados em construção civil pesada, técnicos de gestão e planejamento, além de pessoal para a área administrativa

Publicado em 11 de Novembro de 2019 às 21:15

Redação de A Gazeta

Publicado em 

11 nov 2019 às 21:15

*Viviane Maciel

Perspectivava do Porto Central em Presidente Kennedy Crédito: Porto Central/Divulgação
A implementação do complexo portuário em Presidente Kennedy, no Sul do Estado, prevê abrir aproximadamente 4 mil vagas de empregos para a realização das obras. O acordo será assinado nesta terça-feira (12) pela empresa holandesa Van Oord e pelos empreendedores do Porto Central. As contratações devem começar a partir de junho de 2020.
Obras do Porto Central vão abrir 4 mil vagas de empregos no ES
O CEO do Porto Central, José Maria Novaes, explica que grande parte das vagas será destinada para a população da região. “Os acordos feitos com o Ibama e a população estabelecem priorizar a contratação de mão de obra local. O que abrange os municípios de Presidente Kennedy, Marataízes, Cachoeiro de Itapemirim, e por se tratar de um obra pesada, deve contemplar também a Grande Vitória”, reitera José Maria.
As vagas são para trabalhadores especializados em construção civil pesada, como operadores de máquinas, motoristas, montadores, armadores, caldeireiros, soldadores, técnicos de gestão e planejamento, além de pessoal para a área administrativa. As obras devem durar de dois a três anos, movimentando o mercado de trabalho da Região Sul do Estado.
As contratações começam logo após o fim da primeira fase do projeto, que vai pôr em prática as adequações ambientais acordadas com o Ibama. Essa fase inicial conta com um investimento de R$ 35 milhões. José Maria Novaes afirma que para esse gerenciamento serão contratadas empresas especializadas na área, por isso não há expectativa de recrutamento neste estágio da obra.
O Porto Central será instalado em uma área de aproximadamente 2 mil hectares, o equivalente a 3 mil campos de futebol, estando apto a receber os maiores navios do mundo. A estrutura vai permitir que novos investimentos possam chegar até a região.
Inicialmente, condicionava-se a instalação do Porto Central a uma ferrovia no local. No entanto, com a procura de empresas do setor de óleo e gás pela estrutura, o projeto terá início mesmo antes da instalação de uma malha férrea.
*Estagiária sob a supervisão de Mikaella Campos

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