O homem é o único animal que ri, mesmo sem saber exatamente o porquê. Bem, a hiena é a única exceção, ri o tempo todo. O saudoso jornalista Pedro da Silva Maia uma vez contestou: "Essa fera feia alimenta-se de fezes e pratica sexo uma vez por ano, estará rindo de quê?"
O humor, desde a ingênua piada aos clássicos de Woody Allen, traz no mesmo pacote a condição de pensar para entender. Cansei de assistir no Teatro da Lagoa Chico Anísio, José Vasconcelos, Golias e muitos outros. O humor das charges é meu predileto: Milson Henriques, Janc, Ziraldo, Jaguar, Fortuna e Amarildo criticavam cheios de graça a política e os maus costumes.
Os clássicos do cinema nacional e mundial – tipo Oscarito e Jerry Lewis – são pérolas que se divulgam e se repetem há dezenas de anos.
As comparações feitas por Woody Allen.
“Minha vida eu comparo com a sopa servida a duas velhinhas no asilo”, diz ele: “Azeda, rala, sem tempero, fria e ainda por cima pouca”.
Zelda Popkin escreveu em um semanário: “Todo marido tem a infidelidade que merece”,
Art Buchwald: “Os americanos aceitam que a pessoa seja alcoólatra e drogada. Grosseira ou até mesmo jornalista. Mas não aceitam dirigir automóvel um quilômetro por hora a mais”.
Kim Hubbard: “Amigo é aquele que sabe tudo a seu respeito e mesmo e assim ainda gosta de você”.
Mick Jagger: "Algumas das garotas com quem transo hoje tinham três anos quando as conheci. Não tenho culpa se elas estão envelhecendo”.
Eu peço a Jeová que esse insano morticínio do Oriente Média tenha um fim.
Oscar Wilde tem uma opinião sobre isso: “Posso perdoar a força bruta, mais a razão bruta é uma coisa irracional. É bater abaixo da linha do intelecto”.
O homem é um animal racional que sempre perde a cabeça quando é chamado a agir pelos ditames da razão.
Ninguém concorda com nenhum dos lados dessa guerra maníaca. Prestem atenção: Quando o povo começa a raciocinar, é porque já está tudo perdido.
O mundo está repleto de radicais.
Segundo Franklin Roosevelt: “Um radical é uma pessoa com os dois pés firmemente plantado nas nuvens”.
Mas a realidade nunca está ao alcance de todos.
Adivinha o que um executivo da gravadora inglesa Decca escreveu ao recusar a demanda de um grupo chamado The Beatles, em 1962: “Quartetos com guitarras já estão fora de moda”.
Nada diferente de como foi descrito Fred Astaire na RKO: “Não sabe dançar, nem representar e ligeiramente careca”.
A oportunidade parece ser mais importante do que a qualidade.
Agora que os ídolos baianos exaltam até a importância de seu carnaval, lembro que o melhor é o carioca seguido de perto do capixaba. A Bahia faz o melhor carnaval africano.
Dorian Gray, meu cão vira-lata, quer aprender a nadar.