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Raio-X

Os partidos preferidos e os mais rejeitados

Veja como é avaliado "o partido de Bolsonaro", o PT e outros

Publicado em 26 de Março de 2022 às 02:10

Públicado em 

26 mar 2022 às 02:10
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

Entrevista coletiva do ex-presidente Lula em São Bernardo do Campo, em 10/03/2021.
Ex-presidente Lula é o maior expoente do Partido dos Trabalhadores Crédito: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
O maior adversário do PT é o PT. Pesquisa FSB/BTG divulgada esta semana mostra que o Partido dos Trabalhadores é o mais lembrado quando os brasileiros são questionados sobre a agremiação política de sua preferência, citado por 16%.
Mas o PT também é o mais rejeitado, com um percentual ainda mais alto, de 28%.
A sigla ficou no comando do governo federal por 13 anos num passado recente, logo, teve a imagem cristalizada na mente dos eleitores, para o bem ou para o mal. Os escândalos de corrupção do mensalão e a Operação Lava Jato não ajudaram.
Esses episódios são minimizados por petistas, principalmente após a anulação das condenações do ex-presidente Lula na Lava Jato.
Para a presidente do PT estadual, Jackeline Rocha, "o partido passou por um processo de criminalização".
"Mas no antipetismo estão embutidos também outros sentimentos", complementa a dirigente.
"Chamam de mimimi as lutas contra as injustiças, mas seguimos lutando. O antipetismo não é só contra o PT, mas contra o que o PT representa, a favor do que o PT combate", avalia a presidente do partido no Espírito Santo.
Eis um campo subjetivo. Interessante observar também a avaliação dos entrevistados em relação aos outros partidos. Depois do PT, os mais rejeitados são o PSOL, outra legenda de esquerda, e "o partido do Bolsonaro" – que algumas pessoas não sabiam o nome – com 7% cada um.
O partido do presidente da República é o PL, rejeitado por outros 4%, nomeadamente.
Quando a pergunta é sobre o partido de preferência, mais da metade, 76%, não apontou nenhuma legenda.
Nos últimos dias e, principalmente, na próxima semana, há uma correria entre pré-candidatos e caciques partidários para acomodar interesses na montagem de chapas para eleger deputados federais e estaduais.
A preferência da população e até a dos próprios pretensos candidatos por este ou aquele partido muitas vezes fica em segundo plano. A prioridade é dada à matemática, tendo como alvo onde é mais provável se eleger.
O fato de 76% dos brasileiros não terem um partido de preferência favorece o pragmatismo. É um sinal de que, como já se nota na prática, o número que aparece na urna, que indica o partido ao qual o candidato é filiado, pouco importa.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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