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Leonel Ximenes

Rodovia que liga o ES à Via Dutra deixa de ter pedágio

Cobrança da tarifa fica suspensa até a assinatura de um novo contrato de concessão da BR que corta três Estados

Públicado em 

13 jun 2025 às 03:11
Leonel Ximenes

Colunista

Leonel Ximenes

Técnicos do DNIT inspecionam uma das praças de pedágio da BR-393 após o fim do contrato de concessão
Técnicos do DNIT inspecionam uma das três praças de pedágio da BR-393 após o fim do contrato de concessão Crédito: Luiz Siqueira/Ministério dos Transportes
governo federal encerrou na última terça-feira (10) o contrato de concessão da Rodovia Lúcio Meira (BR-393) com a empresa K-Infra. Também conhecida como Rodovia do Aço, a BR começa em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, e termina na altura de Barra Mansa, no Sul fluminense, nas imediações da Via Dutra, a mais importante rodovia do país, que liga o Rio a São Paulo.
Com o término do contrato, as três praças de pedágio (tarifa de R$ 6,50 em cada uma) existentes na região foram desativadas. O trecho sob concessão, entre Além Paraíba (MG) e Barra Mansa, passa a ser administrado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) até que seja assinado um novo contrato de concessão.

VEÍCULOS DO ES

A BR-393 é muito utilizada por veículos - especialmente caminhões - provenientes do Espírito Santo com destino a São Paulo e ao Sul do país. Além do custo menor com pedágios, esse trajeto alternativo também é uma opção para os motoristas que não querem passar pela cidade do Rio de Janeiro rumo à capital paulista.
Além disso, por esse caminho não é preciso passar pela perigosa e travada Serra das Araras, no Rio de Janeiro, haja vista que a 393 desemboca na Via Dutra na região de Volta Redonda/Barra Mansa.
O traçado da BR-393 entre Cachoeiro (ES) e Barra Mansa (RJ)
O traçado da BR-393 entre Cachoeiro (ES) e Barra Mansa (RJ) Crédito: Google Maps
A BR-393 tem um total de 446 quilômetros, mas o trecho concessionado que foi retomado pelo DNIT tem pouco mais de 182 quilômetros.
Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o encerramento da concessão ocorreu após um processo de caducidade do contrato, conduzido pelo Ministério dos Transportes e pela própria agência, em razão de uma série de descumprimentos contratuais por parte da concessionária. Desde 2018, a Rodovia do Aço era administrada pela K-Infra, que contestou a medida.

Leonel Ximenes

Iniciou sua história em A Gazeta em 1996, como redator de Esporte e de Cidades. De lá para cá, acumula passagens pelas editorias de Polícia, Política, Economia e, como editor, por Esportes e Brasil & Mundo. Também atuou no Caderno Dois e nos Cadernos Especiais e editou o especial dos 80 anos de A Gazeta. Desde 2010 é colunista. É formado em Jornalismo pela Universidade Feedral do Espírito Santo.

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