A caneta do secretário-chefe da Casa Civil, Davi Diniz, está mais forte, especialmente depois do episódio da “reeleição-não-reeleição” do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Erick Musso (Republicanos).
Decreto 2.492-S do governador, publicado nesta quinta-feira (5) no Diário Oficial, dá novas competências ao secretário que tem como missão fazer a articulação política do Palácio Anchieta com os deputados.
Pelo texto, fica delegada ao secretário-chefe da Casa Civil “expedir atos de exoneração de servidores públicos ocupantes de cargos de provimento em comissão da Administração Direta do Poder Executivo Estadual” e, também, “assinar demissões de servidores, por abandono de cargo, após manifestação da autoridade competente, observado o devido processo legal”.
O texto em vigor antes do novo decreto dava essa prerrogativa ao “secretário de Estado de Governo”, cargo ocupado por Tyago Hoffmann. Agora, isto está direcionado para o secretário da Casa Civil.