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Colunista do jornal A Gazeta e do Gazeta Online

Estado é o 3º no ranking de produção de cachaça

O Estado conta hoje com 74 estabelecimentos produtores registrados no Ministério da Agricultura e fica à frente de outras unidades da federação, como Rio de Janeiro (50) e Rio Grande do Sul (49)

Publicado em 26/07/2019 às 17h01

Aline Nunes - interina

O Espírito Santo figura entre os Estados que mais produzem cachaça e aguardente no país. Crédito: Divulgação | Ministério da Agricultura
O Espírito Santo figura entre os Estados que mais produzem cachaça e aguardente no país. Crédito: Divulgação | Ministério da Agricultura

O Espírito Santo está em terceiro lugar no Brasil no ranking de produtores de cachaça, ficando atrás somente de Minas Gerais (421) e São Paulo (126). O Estado conta hoje com 74 estabelecimentos produtores registrados no Ministério da Agricultura e fica à frente de outras unidades da federação, como Rio de Janeiro (50) e Rio Grande do Sul (49).

Densidade cachaceira

São Roque do Canaã possui 10 estabelecimentos produtores e a “densidade cachaceira”, como já diria o próprio Ministério, é de um estabelecimento que produz a bebida para cada 1.232 moradores. Trata-se da 2ª melhor densidade do país, perdendo apenas para Bonfim (MG), com um produtor para cada 1.146 habitantes.

Branquinha de Canaã

São Roque do Canaã está em quinto lugar no ranking nacional de registros de cachaça por município. São 63 rótulos da cidade que estão carimbados no Ministério da Agricultura. Os dados são do Anuário da Cachaça 2019, publicado em maio.

Tem até congresso

E o clima por aqui é tão propício que o Espírito Santo vai sediar, em setembro, o Salão de Negócios e Congresso Brasileiro da Cachaça, no Centro de Convenções de Vitória. Serão mais de 300 rótulos do destilado provenientes de alambiques localizados em diferentes regiões do Brasil.

Bem no ranking

A Serra subiu 12 posições no ranking do saneamento, publicado anualmente pelo Instituto Trata Brasil – cuja edição de 2019 acaba de ser divulgada.

100 maiores

O município é o primeiro do Estado a aparecer no ranking, ocupando o 47º lugar entre as 100 maiores cidades brasileiras, com 81% de cobertura no sistema de esgotamento sanitário.

Poluição continua

O problema é que, com uma população de 507 mil habitantes, quase 170 mil (33%) têm rede passando na sua porta e ainda não se conectaram ao sistema, mantendo o esgoto indevidamente ligado à rede de drenagem ou fazendo uso de fossas que, mal utilizadas, poluem o lençol freático.

A Cesan é nossa!

O Sindaema, por sua vez, faz outra observação: a privatização de empresas de saneamento como a Cesan, como quer o governo federal, não significa melhoria de atendimento à população. O exemplo é Manaus (AM) que tem gestão particular e, no ranking do Trata Brasil, aparece na 98ª posição.

Sem graça

Os serviços de emergência, como Samu, Bombeiros e polícias, volta e meia são acionados por desocupados passando trote. O GAZETA ONLINE noticiou quinta mais um caso, mas logo essa prática vai dar multa.

Punição

É que está tramitando na Assembleia uma proposta que o deputado Fabrício Gandini (PPS) apresentou, no início deste mês, prevendo punição também em dinheiro para quem faz trote. O valor da multa, de R$ 684,34, pode dobrar em caso de reincidência.

Nostalgia

O ambientalista Eduardo Pignaton anda um tanto nostálgico. Lembra que neste mês comemora-se os 30 anos da realização do Quarup, um festival que, em 1989, reuniu arte e debate político na Fazenda Camping, na Barra do Jucu. Teve até candidato à presidência daquele ano participando do evento.

Superprodução

Mais do que lembrança, Pignaton está se mobilizando para que Vila Velha volte a ser palco de superproduções como o Quarup. Ele começa a se articular para que, em 2020, as comemorações do Solo Espírito-santense sejam um grande encontro de povos que formam a identidade do capixaba, com indígenas, negros e brancos, na Prainha.

Tá calor!

Cinéfilos que foram à sessão do Rei Leão em uma sala do Cinemark, em Vitória, enfrentaram o calor para não perder o filme. O ar-condicionado apresentou defeito, mas ninguém quis pegar o dinheiro do ingresso volta.

Não é a primeira vez

Até dá para entender. Depois de pagar estacionamento, combo de pipoca e refrigerante, ter a devolução apenas do tíquete do cinema não compensa. Agora, teve cliente dizendo que não é a primeira vez que o ar-condicionado falha por lá. E olha que o ingresso não é baratinho, né?

Agora apoia

Sobre nota publicada na edição de terça-feira, o deputado estadual Sergio Majeski (PSB) garante que não mudou a perspectiva sobre o projeto Escola Viva.

Comunidade

A discordância era diante do modelo de gestão do governo passado, que, segundo o parlamentar, implantou escolas em tempo integral sem ouvir a comunidade.

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