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Marcas e estratégias

Uma visão mais humana para o marketing

O que devem fazer as empresas para entrarem nessa era na qual o que importa é como as pessoas se sentem?

Públicado em 

05 jul 2024 às 01:30
Fernando Manhães

Colunista

Fernando Manhães

Acabei de participar do lançamento do novo livro do consagrado professor Philip Kotler, “Marketing H2H: A Jornada do Marketing Human to Human”, que conta com a coautoria de Waldemar Pfoertsch, Uwe Sponholz e o Marcos Bedendo. O lançamento em São Paulo, no auditório da ESPM, contou com uma apresentação por vídeo do Kotler. O livro explica a transição do marketing orientado ao produto, no consumidor, no processo, centrado no ser humano, nos desdobramentos do marketing e do consumidor na economia digital, caminhando para um marketing de pessoas para pessoas.
No foco está o marketing num aprofundamento e uma ampliação das questões de cocriação de pessoas para pessoas. Podemos destacar em sua apresentação um ponto crucial: o humanismo. Já o professor Waldemar colocou a imprevisibilidade do marketing em ser muito mais que uma estratégia e sim num claro posicionamento e propósito das marcas.
Por fim, o professor Marcos Bedendo enfatizou uma “crise” vivida pelos profissionais de marketing quando confundem questões estratégicas em desdobramentos táticos. Na visão dele, o marketing estratégico hoje está mais voltado para as ações do que para os negócios das empresas e seus clientes e na necessidade de conhecer melhor as pessoas envolvidas em todas as etapas. Para ele, os profissionais de marketing podem ser relevantes para aumentar a produtividade na era digital se entenderem o papel do marketing, numa visão mais humana, que “olha para as relações da empresa com a sua comunidade”.
As empresas precisam ser vistas como partes de um ecossistema complexo. Na visão de Kotler, as pessoas servindo e interagindo com outras pessoas, não importando se são clientes, colaboradores ou fornecedores. Todos fazem parte de um sistema que deve permanecer garantindo liberdade de expressão, econômica, de religião, associada aos direitos civis e políticas progressivas.
Mas o que devem fazer as empresas para entrarem nessa era na qual o que importa é como as pessoas se sentem? Como obter sucesso nesse ambiente mutável, incerto e competitivo? Respostas que o bom marketing e o tempo se encarregarão de responder.
Com o conceito de marketing não estando mais só no produto, no processo, na diferenciação ou simplesmente no valor, entra em cena a vivência e a criatividade humana. O novo marketing cria, comunica e entrega valor para as pessoas. É lógico, com lucro.

Fernando Manhães

É publicitário e escreve sobre suas experiência em Portugal, com foco em consumo e sustentabilidade.

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