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Violência

Sou pela vítima: uma campanha que dá voz a quem precisa

Isso quer dizer que, assim como presos e egressos têm previsto em lei oportunidades de empregos em empresas, as vítimas de crimes também poderão ter oportunidades, caso a lei seja aprovada

Publicado em 11 de Outubro de 2024 às 02:00

Públicado em 

11 out 2024 às 02:00
Fernando Manhães

Colunista

Fernando Manhães

Defender e amparar vítimas de crimes e suas famílias, garantindo que seus direitos sejam respeitados e suas vozes ouvidas. Essa é a proposta da Campanha Sou Pela Vítima, idealizada pelos Promotores e Procuradores de Justiça do Estado, em um cenário onde milhares de vítimas são esquecidas e silenciadas, a Campanha Sou Pela Vítima promove justiça social e cidadania ativa.
Pela primeira vez uma iniciativa inédita no Brasil e no Espírito Santo, a Associação de Promotores e Procuradores de Justiça do Espírito Santo se mobiliza para levar um Projeto de Lei de Iniciativa Popular. Para que o processo seja oficialmente iniciado na Assembleia Legislativa do Estado (Ales), serão necessárias 30 mil assinaturas de eleitores capixabas.
Para compreender a importância da Campanha Sou Pela Vítima, é essencial explicar o papel do Ministério Público (MP). O MP é uma instituição pública que atua de forma independente, ou seja, não está vinculada ao governo, e tem como principal função proteger os direitos dos indivíduos e da sociedade. A maioria da população não tem ciência da importância e do papel do MP e, por isso, muitas vezes, perde a chance de ser defendido e ter seus direitos garantidos.
Entre as garantias previstas no Projeto de Lei, está a alteração do art. 6º da Lei Complementar Estadual nº 879/2017, que prevê que as vítimas poderão ser incluídas como beneficiárias obrigatórias nas contratações de obras e serviços realizados pelos órgãos da Administração Direta e pelas entidades da Administração Indireta do Poder Executivo Estadual.
Isso quer dizer que, assim como presos e egressos têm previsto em lei oportunidades de empregos em empresas, as vítimas de crimes também poderão ter oportunidades, caso a lei seja aprovada.
Agressor em série: cinco vítimas de um mesmo homem narram rotina do medo
Vítima de violência Crédito: Amarildo/Geraldo Neto
Campanhas pró-bono com o envolvimento de agências de publicidade e empresas em geral podem influenciar positivamente a opinião pública, sensibilizando as pessoas e despertando a cidadania em cada um de nós. Além disso, essas iniciativas contribuem para a construção de uma democracia mais participativa e reforçam a responsabilidade social.
Acredito nessa causa, pois a publicidade, além de ser uma ferramenta comercial, tem o poder de transformar comportamentos e atitudes, sendo uma aliada fundamental na luta por justiça e direitos.
Por isso, a sua assinatura pode fazer a diferença na vida de pessoas que precisam de apoio. Acesse soupelavitima.com.br e, juntos, podemos mudar essa história.

Fernando Manhães

É publicitário e escreve sobre suas experiência em Portugal, com foco em consumo e sustentabilidade.

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