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Crônica

Aquela inglesinha chegou para o Natal: a família vai aumentar!

Aprendi com a minha saudosa mãe, Dona Alzira, que “filhos são para o mundo”. Foi assim também com a inglesinha. Desejo o mesmo para os meus netos e netas

Publicado em 30 de Dezembro de 2023 às 01:25

Públicado em 

30 dez 2023 às 01:25
Antônio Carlos Medeiros

Colunista

Antônio Carlos Medeiros

A nossa filha inglesinha chegou do Rio com o marido para as festas de Natal e ano-novo. Deu a grande notícia natalina para a família: vem aí um(a) neto(a)! Os irmãos vibraram. Os outros netos também.
A inglesinha foi muito amada desde antes de nascer. Concebida no Sul da Espanha. Nascida em Londres. Um dia, virando mais uma noite escrevendo a minha tese de doutoramento, veio o sinal. Maio de 1983. Em torno de 21h40, no Flat em Evelyn Gardens, South Kensington, Ângela deu o sinal.
Chamei um táxi da época e fomos às pressas para o Westminster Hospital,l que atendia os moradores daquela área. Uma “midwife" (parteira) nos atendeu o tempo todo, ao lado de um médico indiano. Demorou um pouco. Nasceu! Com a inglesinha no colo e feliz, a Ângela exclamou: “Bem que eu disse que seria uma menina!”.
Indormido, voltei para Evelyn Gardens. Eu tinha que apresentar, ainda pela manhã, o “draft” final do assim chamado “main argument” da minha tese de doutoramento. Fui indormido. Mas, feliz, matei a pau! Todo mundo gostou. Deu certo. Aí, a tarefa era prosseguir para a versão final da tese, que foi defendida e aprovada pela banca no final de outubro daquele ano de 1983.
Bebê, a inglesinha foi cercada, lá, da curiosidade dos irmãos Bruno e Claudio. E de muita atenção e carinho também dos vizinhos brasileiros e dos queridos amigos venezuelanos Antonia e Donato. Bom para ela. Já nasceu cercada de amor.
Depois, ela voltou conosco para Londres em 1990/1991, para o período (menor) do meu programa de pós-doutoramento na mesma assim chamada “LSE”. Nesta fase, ela estudou, aos 6/7 anos, na escola de ensino fundamental da área.
Vida que segue. Taurina determinada, a inglesinha desbravou o seu caminho. Estudou Direito na FDV. Voltou depois para a Inglaterra e virou mestre em Direito Marítimo. Mudou-se para São Paulo e depois para o Rio, onde vive muito bem com o marido carioca. Gente muito boa.
Quis o destino que ela fosse selecionada para trabalhar, já há mais de 10 anos, num escritório de advocacia...inglês (!), no Rio. Lá, vai nascer este ano um(a) neto(a) carioca. Muito bom!
Aprendi com a minha saudosa mãe, Dona Alzira, que “filhos são para o mundo”. Foi assim também com a inglesinha. Desejo o mesmo para os meus netos e netas.
Juntos, com filhos e netos, já celebramos aqui duas vezes a vinda do novo bebê...
Saúde, alegria e prosperidade para todos em 2024!

Antônio Carlos Medeiros

É pós-doutor em Ciência Política pela The London School of Economics and Political Science. Neste espaço, aos sábados, traz reflexões sobre a política e a economia e aponta os possíveis caminhos para avanços possíveis nessas áreas

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