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Alvaro Abreu

Após a reforma, eis o maior dilema de todos: o que fazer com os livros?

Depois de descartar muita coisa, foi preciso resolver o que fazer com os livros no fim das obras

Publicado em 16 de Maio de 2019 às 17:27

Públicado em 

16 mai 2019 às 17:27
Alvaro Abreu

Colunista

Alvaro Abreu

Crédito: Amarildo
Depois de conviver com obras dentro de casa, transferir o escritório para outro cômodo tem me exigido decisões e providências. É serviço que gosto de fazer e que começa com a definição da disposição dos móveis, com destaque para o lugar da mesa de trabalho. Aprendi que a luz natural deve chegar, preferencialmente, pelo lado esquerdo, para garantir conforto visual ao trabalhador. Um novo ponto de internet, sem o que não se vive hoje em dia, deverá ser providenciado.
Como certamente acontece com muita gente madura, difícil mesmo tem sido resolver o que fazer com tudo aquilo que ocupava as paredes do antigo escritório. Aos poucos, durante muitos anos e sob boas emoções, fomos trazendo pra casa livros, fotografias, quadros, objetos curiosos e simpáticos que fomos coletando nas andanças mundo afora, nos convívios e nas realizações. Assim, o cômodo foi se transformando em lugar das coisas do passado, das boas lembranças e das referências pessoais. Eram muitos itens. Basta dizer que ocupavam uns dez metros de prateleiras largas, seis nichos grandes e preenchiam completamente uma das paredes.
Depois de descartar muita coisa, foi preciso resolver o que fazer com os livros. Tinha de tudo um pouco e muitos sobre alguns assuntos. Numa primeira triagem, separamos e demos boa destinação para uma grande quantidade deles sobre patrimônio histórico, antropologia, sociologia e assuntos afins.
Algumas caixas com romances, livros de contos, poesias, história, biografias estão prontas para serem levadas para a Biblioteca Municipal de Anchieta, mas ainda resta inventar para onde levar as dezenas de bons livros técnicos, já sem qualquer serventia para os moradores. Falta também resolver o destino dos livros de História, de capa dura e letras grandes, espécie de tesouro da infância de Carol.
Decidimos manter e deixar acessível tudo aquilo que foi produzido e publicado pelo pessoal da casa, por nossos parentes e amigos, por gente com quem convivemos e por autores que tomamos como referência. Posso garantir que já ando me sentindo bem mais leve.

Alvaro Abreu

É engenheiro de produção, cronista e colhereiro. Neste espaço, sempre às sextas-feiras, crônicas sobre a cidade e a vida em família têm destaque, assim como um olhar sobre os acontecimentos do país

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