Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Indústria

Previsão da Vale é de que nova usina de Tubarão comece a funcionar em 2025

Segunda unidade de briquetes que a mineradora está construindo no Espírito Santo está com 96% das obras concluídas. Investimento global é de quase R$ 2 bi

Publicado em 26 de Abril de 2025 às 03:50

Públicado em 

26 abr 2025 às 03:50
Abdo Filho

Colunista

Abdo Filho Abdo Filho
Vale inaugura a primeira fábrica de briquetes do mundo
Vale inaugura a primeira fábrica de briquetes do mundo Crédito: Fernando Madeira

A Vale planeja colocar para funcionar ainda em 2025 a segunda usina de briquetes que está construindo no Complexo de Tubarão, em Vitória. A informação está no relatório de desempenho do primeiro trimestre de 2025. Por se tratar de um novo tipo de aglomerado de minério, desenvolvido pela própria mineradora, há muitas dúvidas sobre como se dará a implementação do produto no mercado e também de como seria o início de produção da primeira planta, inaugurada em dezembro de 2023.

As duas unidades, construídas no espaço que antigamente era ocupado pelas usinas de pelotização 1 e 2 de Tubarão, que eram as mais antigas, receberão um investimento total de US$ 342 milhões (R$ 1,94 bilhão a preço de hoje) e terão capacidade para 6 milhões de toneladas por ano. De acordo com o relatório da Vale, as obras físicas já estão com um progresso de 96%, portanto, quase prontas.

O briquete verde, desenvolvido e patenteado pela Vale, é uma nova forma de aglomeração de minério de ferro, diferente da tradicional pelota. Foi batizado de verde porque, pelas contas da mineradora, reduz em até 10% a emissão de gases de efeito estufa em relação ao processo tradicional. O uso do briquete elimina a etapa de sinterização da produção de aço. O briquete é produzido a partir da aglomeração a baixas temperaturas de minério de ferro utilizando uma solução tecnológica de aglomerantes, que confere elevada resistência ao produto final. De acordo com a mineradora, o novo aglomerado ainda reduz a emissão de particulados e de gases como dióxido de enxofre (SOX) e o óxido de nitrogênio (NOX). O uso da água é dispensado durante a fabricação.

Abdo Filho

Abdo Filho Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Eleitores que preferem governador aliado a Flávio Bolsonaro (PL) são 38%, enquanto a Lula, 28%.
Quaest: 29% preferem que governador eleito do ES não seja aliado de Lula nem de Flávio Bolsonaro
Lorenzo Pazolini e Ricardo Ferraço disputam o segundo turno pelo governo do Espírito Santo
Quaest: Bolsonaristas e evangélicos dão vantagem a Pazolini; lulistas e católicos impulsionam Ricardo
87% dos eleitores de Helder Salomão (PT) devem votar em Ricardo Ferraço (MDB) no segundo turno das Eleições 2026; 4%, em Lorenzo Pazolini (Republicanos).
Quaest: 87% dos eleitores de Helder devem migrar voto para Ricardo e 4%, para Pazolini

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.