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Coluna Abdo Filho

A conta a ser paga pelo Espírito Santo para segurar o preço do diesel

Conflito deflagrado no Oriente Médio fez disparar o preço do petróleo e dos seus derivados. Governo federal propôs subvenção com os estados pagando parte da conta

Publicado em 01 de Abril de 2026 às 18:49

Públicado em 

01 abr 2026 às 18:49
Abdo Filho

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Abdo Filho

Rodovia BR 262 em Viana
Tráfego de caminhões na BR 262, na Região Serrana do Espírito Santo Crédito: Fernando Madeira
Pelas contas da Secretaria de Estado da Fazenda, o Espírito Santo deixará de arrecadar algo perto de R$ 35 milhões nos dois meses (a princípio) em que ficará em vigor a desoneração em cima do diesel importado. A proposta feita pelo governo federal e que já foi aceita pela grande maioria dos estados, entre eles o Espírito Santo, foi a criação de uma subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel trazido de fora (cerca de 30% do consumo nacional) - R$ 0,60 a serem bancados pela União e R$ 0,60 pelos estados. O recurso, caso a medida saia mesmo do papel, será abatido dos repasses feitos via Fundo de Participação dos Estados (FPE) e será proporcional ao consumo de cada Estado.
A guerra deflagrada no Oriente Médio, grande produtor de petróleo, fez disparar o preço dos combustíveis no mundo todo. O óleo diesel é responsável por abastecer grande parte da frota nacional de caminhões, portanto, tem enorme poder de espalhar inflação para todos os cantos da economia, ainda mais em um país rodoviário como é o Brasil. O subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel se somará aos R$ 0,32 de corte de PIS e Cofins já anunciado pelo governo federal.
Em princípio, as medidas vão durar dois meses. A ideia é ganhar fôlego até que o cenário ainda nebuloso do conflito dê uma clareada.

Abdo Filho

Graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2005, como estagiario de Entretenimento e Cursos & Concursos. Entre 2007 e 2015, foi reporter da CBN Vitoria e da editoria de Economia do jornal A Gazeta. Depois, assumiu o cargo de macroeditor de Politica, Economia e Brasil & Mundo, ja no processo de integracao de todas as redacoes da empresa. Em 2017, tornou-se Editor de Producao e, em 2019, Editor-executivo.

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