Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Witzel: Guedes precisa entender que Brasil não é banco para Estados
Coronavírus

Witzel: Guedes precisa entender que Brasil não é banco para Estados

Governadores do Sul e do Sudeste já têm uma ação judicial preparada para entrar no STF caso a União demore a adotar medidas efetivas para socorrê-los

Publicado em 02 de Abril de 2020 às 16:15

Redação de A Gazeta

Publicado em 

02 abr 2020 às 16:15
Governadores do Sul e do Sudeste já têm uma ação judicial preparada para entrar no Supremo Tribunal Federal (STF) caso a União demore a adotar medidas efetivas para socorrê-los em meio à crise do novo coronavírus.
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, quer que governo federal faça mais do que emprestar dinheiro Crédito: Antonio Cruz/Agência Brasil | Arquivo
Segundo o governador do Rio, Wilson Witzel, a esperança é de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, apresente propostas até semana que vem. Uma lista de reivindicações já foi feita pelos governadores.
Em nova carta emitida após reunião na manhã desta quinta-feira (2), eles voltam a pedir medidas que vão além de meros empréstimos por parte do governo federal, entre elas a aprovação do Plano Mansueto e a suspensão do pagamento de dívidas com a União e do Pasep.
"O ministro Guedes precisa entender que o Brasil não pode ser um grande banco para Estados", apontou Witzel. "É preciso que o governo entenda que precisamos descentralizar recursos para os Estados, que nesse momento precisam de liquidez. É preciso fazer valer o pacto federativo. A União concentra dinheiro, tem os fundos." Ele voltou a pedir R$ 50 bilhões para os Estados, uma medida que defende desde o início da pandemia.
Witzel levou à reunião uma proposta de judicialização dos pedidos caso Guedes demore a acatá-los. Os governadores entrariam com uma ação no STF. "Caberá ao Supremo mediar esse conflito e adotar as medidas impositivas que somente o Judiciário pode tomar, como sequestrar fundos", disse.

DEMORA NO ENVIO DE MATERIAL

O governador e o secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, também criticaram nesta quinta-feira a demora do governo federal em enviar materiais como respiradores e testes rápidos para a identificação da doença.
Além disso, Witzel voltou a criticar a postura do presidente Jair Bolsonaro na condução da crise.
"Neste momento, o exemplo que devemos dar é não fazer política em cima de uma situação dramática como a que estamos vivendo. E muito menos causar aglomeração", criticou o governador, um dos alvos preferidos de Bolsonaro no âmbito da crise.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Fusca capota em Muniz Freire
Fusca bate em poste, capota e duas pessoas ficam feridas em Muniz Freire
Imagem de destaque
Os inquietantes paralelos entre 2008 e 2026: uma nova crise financeira está a caminho?
Imagem de destaque
Homem é preso suspeito de matar companheiro dentro de apartamento em Vila Velha

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados