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Em trâmite

Vasectomia e laqueadura podem ser feitas sem aval de cônjuge, decide Câmara

Matéria aprovada na Casa agora vai para o Senado. Lei atual  exige consentimento para a esterilização

Publicado em 09 de Março de 2022 às 18:29

Agência Estado

Publicado em 

09 mar 2022 às 18:29
Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, 8, Dia Internacional da Mulher, um projeto de lei que exclui a necessidade de consentimento entre os cônjuges para a esterilização - laqueadura ou vasectomia - durante a vigência da união conjugal. A proposta segue para apreciação do Senado.
No período de janeiro a maio, aconteceram 99 partos de crianças e adolescentes no ES
Mulher grávida em exame Crédito: Ana Nascimento/Agência Brasil
A legislação atual determina que, no caso de pessoas casadas, tanto o homem quanto a mulher precisam de consentimento para se submeter a procedimentos de esterilização. O projeto de lei propõe acabar com essa exigência para ambos. "A lei não pode surgir para tutelar e decidir por nós", disse a relatora da proposta, deputada Soraya Santos (PL-RJ).
O texto também diminui de 25 para 21 anos a idade mínima a partir da qual é autorizada a esterilização voluntária, permitindo inclusive a sua realização na mulher logo após o parto. O texto estabelece ainda que a oferta de qualquer método ou técnica de contracepção seja disponibilizada no prazo máximo de 30 dias pelos serviços de saúde.
Se aprovada no Senado, a lei vai permitir que a laqueadura seja feita logo após a mulher dar à luz. Para solicitar o procedimento, a interessada deverá manifestar interesse no prazo mínimo de 60 dias antes do parto.
Atualmente, uma portaria do Ministério da Saúde proíbe a esterilização durante períodos de parto, aborto ou até o 42º dia do pós-parto ou aborto, exceto nos casos de comprovada necessidade.

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