Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Valdemar diz que operação da PF é 'perseguição' de Moraes com o PL
Investigação

Valdemar diz que operação da PF é 'perseguição' de Moraes com o PL

Presidente do partido criticou operação da Polícia Federal que mirou o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), nesta quinta (25)
Agência Estado

Publicado em 

25 jan 2024 às 14:06

Publicado em 25 de Janeiro de 2024 às 14:06

BRASÍLIA - O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quinta-feira (25) que a operação da Polícia Federal que mirou o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) é um "absurdo" e representa "uma perseguição do Alexandre de Moraes com o PL e Bolsonaro". Valdemar culpou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), por não ter tomado "providências" contra as operações e opinou que a investigação vai ajudar Ramagem na disputa pela prefeitura do Rio este ano.
A PF cumpre nesta quinta (25) 21 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a suspeitos de participar de espionagem ilegais na Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Um dos alvos é Ramagem, que comandou a agência durante o governo Jair Bolsonaro (PL) e é pré-candidato à prefeitura do Rio com o apoio de Bolsonaro. A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Valdemar Costa Neto, presidente do PL
Valdemar Costa Neto, presidente do PL Crédito: Agência Brasil
"É uma perseguição aberta do Alexandre de Moraes contra o PL e o Bolsonaro", afirmou Valdemar, lembrando que o ex-presidente foi considerado inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). "Já tinha que ter feito um impeachment dele (de Alexandre), para investigar essas decisões. Tem que ser questionadas essas decisões."
Outro parlamentar do PL, Carlos Jordy (RJ), também foi alvo na semana passada de uma operação da PF.
O deputado federal foi um dos que entrou na mira da 24ª fase da Operação Lesa Pátria, deflagrada no dia 18, que visava identificar "pessoas que planejaram, financiaram e incitaram atos antidemocráticos ocorridos entre outubro de 2022 e o início do ano 2023 no interior do Rio de Janeiro".
Valdemar afirmou que a sequência de investigações contra deputados representa um desrespeito ao Legislativo. "Na época do Antônio Carlos (Magalhães), do Renan (Calheiros), isso jamais aconteceria. Somos um poder e não fomos respeitados", disse ele. "A culpa é do presidente do Senado, que é presidente do Congresso, e que tinha que ter tomado previdências. Infelizmente, isso só vamos poder mudar quando elegermos um presidente do PL."
Valdemar opinou ainda que a operação contra Ramagem não deve prejudicar as chances do deputado na disputa à prefeitura do Rio. "Vai acabar é ajudando. O eleitor do Rio é muito esperto", concluiu.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
O país da Europa que promete milhares de empregos a brasileiros e vistos que saem em 2 semanas
Imagem de destaque
Nó do pacto federativo: o subfinanciamento das médias e grandes cidades
Imagem de destaque
O Brasil que não para de dever, e a conta que todo mundo paga

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados