Publicado em 29 de março de 2026 às 17:59
Crítico recorrente de Donald Trump, Robert De Niro voltou a se posicionar publicamente. O ator participou, no sábado (28), do protesto "No Kings", em Nova York, que reúne manifestantes contrários às diretrizes do atual governo dos Estados Unidos.>
O movimento, que se espalhou pelos 50 estados, tem como objetivo denunciar o que organizadores classificam como uma escalada autoritária na gestão de Trump. A expectativa dos organizadores era reunir milhões de pessoas ao longo do dia.>
Durante o ato, De Niro discursou ao lado de figuras públicas como a procuradora-geral de Nova York, Letitia James, o ativista Al Sharpton e o defensor público Jumaane Williams.>
No palco, o ator foi direto ao classificar o presidente. "Trump é uma ameaça existencial às nossas liberdades e à nossa segurança. Ele precisa ser parado - e precisa ser parado agora", afirmou.>
>
Aos 82 anos, o astro também criticou decisões do governo em áreas como saúde, imigração e economia, além de mencionar o que chamou de "guerras desnecessárias". Em tom enfático, completou: "Chegou a hora de dizer não aos reis. Chegou a hora de dizer não a Donald Trump".>
Conhecido por papéis em clássicos como "Taxi Driver" e "Touro Indomável", De Niro mantém uma postura abertamente contrária ao republicano há anos. Em 2025, ao receber uma Palma de Ouro honorária no Festival de Cannes, ele já havia chamado Trump de "filisteu".>
A troca de críticas entre os dois, aliás, não é recente. Em fevereiro, o presidente respondeu às declarações do ator com ataques pessoais em sua rede social, classificando-o como "doente e demente".>
Mesmo diante das provocações, De Niro manteve o tom em entrevistas recentes. Em participação no podcast "The Best People with Nicolle Wallace", voltou a defender mobilização popular contra o governo. "Todos precisam se unir para mudar esse rumo. A história do nosso país está em jogo", declarou.>
Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem.
Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta