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Quarentena

Pela primeira vez, São Paulo não tem nenhuma região na fase vermelha

Com a nova classificação, 88% da população paulista está em regiões na fase amarela, a inclusão exige que a ocupação de leitos de UTI esteja abaixo de 80%

Publicado em 21 de Agosto de 2020 às 16:09

Redação de A Gazeta

Publicado em 

21 ago 2020 às 16:09
Testagem do coronavírus m São Paulo
Testagem do coronavírus na cidade de São Paulo Crédito: Rovena Rosa/ Agência Brasil
Pela primeira vez, nenhuma região do Estado de São Paulo está na fase vermelha, a mais restritiva, do plano de reabertura da pandemia de Covid-19.
Todas as 17 regiões administrativas estão nas fases amarela ou laranja do plano, que permitem a retomada de serviços e atividades econômicas. Segundo o governo paulista, na última semana houve queda no número de casos, mortes e internações em todo o estado.
"A pandemia começa a deixar São Paulo. O estado começou a sair do platô, mas ainda é preciso cautela e não podemos descuidar", disse o vice-governador Rodrigo Garcia.
Patrícia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico, destacou que a classificação desta sexta (21) é a que coloca o estado em situação mais homogênea de controle da pandemia. "Nós havíamos registrado um avanço da doença da capital para o interior, mas agora há uma estabilização e um controle em todo o nosso território", disse.
Com a nova classificação, 88% da população paulista está em regiões na fase amarela (a terceira para a reabertura do comércio e atividades). A inclusão nessa fase exige que a ocupação de leitos de UTI da região esteja abaixo de 80%.
Apesar do avanço, duas regiões tiveram piora na classificação: Marília e São João da Boa Vista regrediram da fase amarela para a laranja.
O vice-governador também anunciou que São Paulo vai ampliar a testagem para o novo coronavírus. Hoje, o estado tem feito cerca de 40 mil testes diários –uma média de 86 testes para cada 100 mil habitantes.
Ele não informou a meta de testes diários que pretende alcançar com a ampliação, mas disse que fará um inquérito sorológico (para ver a presença de anticorpos contra a Covid-19) entre alunos e professores da rede estadual de todas as regiões para planejar a retomada das aulas presenciais.
A previsão de número de testes na comunidade escolar e o prazo para conclusão desse inquérito não foram informados. A previsão do governo João Doria (PSDB) é de que as aulas sejam retomadas em 7 de outubro.
"Esse inquérito vai nos permitir identificar e acompanhar a evolução do controle da pandemia. Vai nos dar as informações necessárias para a preparação da volta às aulas de 3,5 milhões de alunos e 240 mil professores apenas na rede estadual", disse Garcia.
Apesar do plano anunciado pelo governador para a reabertura das escolas, diversos municípios paulistas já informaram que não devem seguir o planejamento de retomar as atividades presenciais, como anunciou o prefeito Bruno Covas.
"Nossa premissa sempre foi a de voltarmos com as aulas presenciais em conjunto, escolas estaduais, municipais e particulares. Mas é claro que vamos respeitar a autonomia das prefeituras", disse Rossieli Soares, secretário de Educação.

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