Sair
Assine
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Mesmo com toque de recolher e restrições, isolamento não sobe em SP
Desobediência

Mesmo com toque de recolher e restrições, isolamento não sobe em SP

Enquanto a população não obedece aos apelos para que fiquem em casa, os hospitais continuam lotados

Publicado em 17 de Março de 2021 às 08:04

Agência FolhaPress

Publicado em 

17 mar 2021 às 08:04
Sars-Cov-2, novo coronavírus, vírus da Covid-19
Sars-Cov-2, novo coronavírus, vírus da Covid-19 Crédito: Pixabay
O começo da fase emergencial em São Paulo, etapa em que há toque de recolher e mesmo serviços essenciais são restritos, não aumentou o índice de isolamento no estado nesta segunda-feira (15), segundo monitoramento do governo paulista. Enquanto isso, as UTIs continuam lotadas por pacientes internados com a Covid-19.
O isolamento médio em SP foi de 42% nesta segunda-feira (mesmo índice da capital paulista), primeiro dia da fase emergencial.
Ficou no mesmo nível da segunda-feira anterior (8), antes das restrições mais duras, mas quando o estado inteiro já estava na fase vermelha, com autorização de funcionamento de apenas serviços essenciais. E ficou ligeiramente acima dos 39% registrados no dia 1º, uma segunda-feira antes.
O isolamento é calculado pelo governo paulista com dados de telefones celulares das operadoras de telefonia Vivo, Claro, Oi e Tim. O governo calcula quanto o telefone se deslocou durante o dia em relação ao período onde ele esteve durante a madrugada. Se esse deslocamento é maior a 200 metros, isso indica que o usuário pode ter saído de casa.
Enquanto a população não obedece aos apelos para que fiquem em casa, os hospitais continuam lotados. Na segunda, a ocupação de UTIs (unidades de terapia intensiva) chegou a 89,9% no estado e 90,6% na região metropolitana da capital. Já os leitos de enfermaria têm lotação de 76,7% no estado e 84% na Grande São Paulo.
Em nota, o governo de São Paulo reforçou "a importância da colaboração da população para evitar a disseminação do coronavírus" e afirmou que pode adotar restrições ainda mais severas, "ancoradas em critérios técnicos e científicos." "Somente com o integral cumprimento das normas em vigor será possível conter as taxas de contaminação da Covid-19. O estado segue analisando a situação da pandemia para adoção de medidas adicionais, se necessário, para frear a disseminação da doença", diz o governo.
Nesta terça (16), o estado bateu recorde de registros de morte por Covid-19 em um único dia. Foram 679 casos, levando SP a um total de 64.902 mortes pela doença.
As restrições mais duras fizeram despencar o trânsito na capital paulista, mas tiraram pouca gente dos ônibus da cidade.
Segundo dados da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), a média de trânsito em São Paulo foi de 13 quilômetros de lentidão nesta segunda.
Para se ter uma ideia, na segunda-feira da semana anterior (8), em que a cidade já estava na fase vermelha, a média de lentidão foi de 28 quilômetros.
Já na segunda-feira anterior (1º), quando São Paulo estava na fase laranja (lojas, restaurantes e bares abertos, com lotação e horários controlados), a lentidão foi bem maior, de 66 quilômetros.
Apesar da queda dos congestionamentos na cidade, o sistema de ônibus continuou cheio. Cerca de 1,5 milhão de passageiros foi transportado nesta segunda, contra 1,69 milhão na segunda-feira anterior e 1,99 milhão no dia 1º.
Já em volume de carros nas ruas, o primeiro dia de fase emergencial teve 4 milhões de veículos circulando, contra 5,6 milhões na semana anterior e 6,3 milhões 15 dias atrás.

FASE EMERGENCIAL

- Toque de recolher entre as 20h e as 5h do dia seguinte;
- Proibição do uso de praias e parques;
- Proibição de serviços de retirada de todos os setores, inclusive restaurantes, que podem atender apenas com drive-thru, entre as 5h e as 20h, e delivery (24h);
- Fechamento de lojas de materiais de construção;
- Proibição de cerimônias religiosas e atividades esportivas coletivas, como jogos de futebol;
- Teletrabalho (home office) obrigatório para atividades administrativas não essenciais,como órgãos públicos e escritórios;
- Orientação de escalonamento no horário de setores para evitar aglomerações no transporte coletivo: das 5h às 7h para trabalhadores da indústria, das 7h às 9h para trabalhadores de serviços e das 9h às 11h para trabalhadores do comércio;
- Suspensão de aulas; escolas abertas apenas para alimentação e distribuição de materiais, com agendamento prévio.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Acusado de matar Angélica Coutinho da Vitória com um tiro na cabeça responderá por feminicídio e posse irregular de arma; prisão preventiva foi mantida
Homem que matou mulher em aldeia de Aracruz vira réu
Imagem BBC Brasil
Pentágono isola andares nos EUA após detecção de 'materiais perigosos' no ar
Imagem de destaque
Mais um passo decisivo para a volta do Trem das Montanhas

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados