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Segredo de justiça

Justiça arquiva caso do cachorro Joca, que morreu durante voo da Gol

Golden Retriever de cinco anos, deveria ter sido transportado em um voo partindo de Guarulhos (SP) para Sinop (MT) junto com o seu tutor, mas erro operacional acabou separando os dois e levando cachorro para Fortaleza por engano

Publicado em 20 de Outubro de 2024 às 15:39

Agência Estado

Publicado em 

20 out 2024 às 15:39
A Justiça de São Paulo arquivou o caso que investigava as causas da morte do cachorro Joca, em abril deste ano, durante um voo de Fortaleza para Guarulhos, operado pela companhia aérea Gol.
Na época, o animal, um Golden Retriever de cinco anos, deveria ter sido transportado em um voo partindo de Guarulhos (SP) para Sinop (MT) junto com o seu tutor, João Fantazzini. Um erro operacional da empresa Gollog, da Gol, durante o embarque, acabou separando os dois e levou Joca para a capital cearense por engano.
Por conta do erro, a companhia aérea transportou o pet em um voo de retorno até Guarulhos. Quando chegou ao destino, Joca já estava morto.
O arquivamento do caso foi confirmado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que não forneceu mais detalhes porque o processo tramita em segredo de justiça.
Procurada, a Gol, que chegou suspender por 30 dias o serviço de transporte de cães e gatos para viagens no porão das aeronaves, diz que "contribuiu com a apuração dos fatos junto às autoridades competentes e respeita a decisão judicial".
Segundo o Jornal Nacional, da Globo, o pedido para o processo ser arquivado teria partido do Ministério Público de São Paulo. O MP, segundo a reportagem, não teria encontrado evidências de maus-tratos contra Joca, que caracterizariam algum crime praticado de forma dolosa.
O advogado Marcello Primo, que representa João Fantazzini, afirmou que ainda não foi notificado sobre o arquivamento do caso, mas vai estudar a possibilidade de recorrer da decisão. "Confirmada a notificação, será realizada uma análise detalhada para avaliar a viabilidade de interposição de recurso apropriado", disse, em nota.
O Ministério Público não retornou aos contatos da reportagem.

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