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Domiciliar para Queiroz

Em março, Bolsonaro disse que ninguém deveria ser solto na pandemia

O presidente do STJ decidiu transferir Fabricio Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, para prisão domiciliar. Defesa alegou risco à saúde

Publicado em 09 de Julho de 2020 às 18:15

Redação de A Gazeta

Publicado em 

09 jul 2020 às 18:15
Em março, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que, se dependesse dele, ninguém seria solto na pandemia, e que presos estão mais protegidos na cadeia.
Data: 19/12/2018 - Vitória - ES - Na foto, Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro - Editoria: Política - Foto:
Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, foi preso na casa de advogado da família Bolsonaro. Agora, vai para prisão domiciliar  Crédito: Reprodução de TV
"Eu, se depender de mim, não soltaria ninguém. Afinal de contas, [os presos] estão muito mais protegidos dentro da cadeia, porque nós proibimos as visitas íntimas, proibimos as visitas também nos presídios, de modo que estão bem protegidos lá dentro", disse Bolsonaro em março, durante entrevista à RedeTV.
Nessa entrevista, Bolsonaro criticava a recomendação do Conselho Nacional de Justiça de transferir para o regime domiciliar os presos que fazem parte do grupo de risco.
No pedido de liberdade, os advogados de Queiroz usaram como argumento justamente o que foi apontado pelo CNJ. Eles afirmaram que o policial militar aposentado tem câncer no cólon e recentemente passou cirurgia de próstata.
Queiroz foi preso no dia 18 em Atibaia, no interior de São Paulo, no âmbito da investigação sobre o esquema de "rachadinhas" na Assembleia Legislativa do Rio. Ele estava detido em uma cela no presídio de Bangu, no Rio.
Noronha também concedeu prisão domiciliar a Márcia Aguiar, mulher de Queiroz, que está foragida.
O presidente do STJ atendeu a um pedido da defesa de Queiroz. Noronha é apontado como um dos candidatos a uma vaga no Supremo ainda no governo Bolsonaro. 

RACHADINHA

Queiroz é investigado por participação em suposto esquema de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, no gabinete do então deputado estadual e hoje senador Flávio Bolsonaro.
A prática da "rachadinha" ocorre quando funcionários são coagidos a devolver parte de seus salários. O filho de Bolsonaro foi deputado estadual de fevereiro de 2003 a janeiro de 2019.

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