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Críticas

É preciso cobrar do governo postura sobre outras vacinas, diz Doria

Em um novo capítulo da guerra das vacinas, o governador paulista não chegou a responder às críticas do ministro da Saúde, que o acusou de realizar "um ato de marketing".

Publicado em 18 de Janeiro de 2021 às 15:34

Agência Estado

Publicado em 

18 jan 2021 às 15:34
O governador de São Paulo, João Doria, segura caixa da vacina Coronavac durante coletiva de imprensa com informações sobre a vacina do Instituto Butantan contra a Covid-19
O governador de São Paulo, João Doria, segura caixa da vacina Coronavac durante coletiva de imprensa com informações sobre a vacina do Instituto Butantan contra a Covid-19 Crédito: Ettore Chiereguini/Agif/Folhapress
Em um novo capítulo da guerra das vacinas travada entre o governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), e o presidente da República, Jair Bolsonaro, Doria disse que é hora de cobrar do governo federal e do Ministério da Saúde "onde estão as outras vacinas".
Durante coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (18), o governador paulista não chegou a responder às críticas do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que o acusou de realizar "um ato de marketing", com a vacinação realizada no domingo no Estado.
Mas ressaltou: "É curioso que o governo que defendia explicitamente, enfaticamente, a vacina de Oxford (...) hoje silencia", e continuou "curioso também que aquela aeronave que foi adesivada com o slogan do governo federal como parte do marketing do governo federal continua parada no aeroporto, não se sabe onde, se em Recife ou em São Paulo, para buscar uma vacina que não existe."
Segundo Doria, é preciso cobrar do governo federal e do Ministério da Saúde uma postura mais responsável com relação às vacinas.
No período da manhã, durante conversa com apoiadores no palácio da Alvorada, o presidente da República, Jair Bolsonaro, disse que a "vacina é do Brasil", em referência à Coronavac, imunizante produzido pelo Instituto Butantan em parceria com a chinesa Sinovac. "Não é de nenhum governador, não", afirmou o presidente.

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