Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Deputados do PSOL vão ao MPF contra Bolsonaro por 'piada' no Maranhão
Investigação por homofobia

Deputados do PSOL vão ao MPF contra Bolsonaro por 'piada' no Maranhão

Apoiadores ofereceram a ele um copo de Guaraná Jesus, refrigerante cor-de-rosa tradicional no Estado. 'Agora virei boiola igual maranhense, é isso?', provocou Bolsonaro

Publicado em 30 de Outubro de 2020 às 17:00

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 out 2020 às 17:00
O presidente Bolsonaro em visita ao Maranhão
O presidente Bolsonaro em visita ao Maranhão Crédito: Alan Santos/PR
Deputados do PSOL e ativistas ligados ao partido anunciaram nesta quinta-feira, 29, a preparação de uma representação que será encaminhada nos próximos dias ao Ministério Público Federal (MPF) pedindo a abertura de uma investigação contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por homofobia. A iniciativa é uma reação à "piada" de tom homofóbico feita na quinta (29) pelo presidente durante visita ao Maranhão. Em uma parada não programada no município de Macabeira, apoiadores ofereceram a ele um copo de Guaraná Jesus, refrigerante cor-de-rosa tradicional no Estado.
"Agora virei boiola igual maranhense, é isso?", provocou Bolsonaro, rindo, ao tomar o refrigerante. "É cor-de-rosa do Maranhão aí, ó. Quem toma esse guaraná aqui vira maranhense, hein?". Indicando a cor da bebida, ele questionou os apoiadores: "Que boiolagem é isso aqui?".
Após repercussão negativa, Bolsonaro pediu desculpas pela declaração em transmissão ao vivo nas redes sociais. "Foi uma brincadeira, mas a maldade está aí. Quem se ofendeu, eu peço desculpas", disse.
Na avaliação dos nomes do PSOL, a fala expressa preconceito com a população LGBTI+ e merece punição por discriminação, sobretudo por ter partido do presidente da República.
"Não é a primeira vez que Bolsonaro é preconceituoso com as pessoas LGBTI+. A campanha dele foi baseada em LGBTIfobia e o governo se dedica a atacar os direitos humanos dessa população a todo momento. O STF já definiu que a discriminação é crime e nós vamos fazer valer essa decisão", afirma a deputada federal Fernanda Melchionna (RS).
Além dela, subscrevem a representação os deputados federais do PSOL David Miranda (RJ) e Sâmia Bomfim (SP), a deputada estadual Luciana Genro (RS) e o distrital Fábio Félix (DF), além das ativistas Natasha Ferreira, que luta pelos direitos das pessoas trans em Porto Alegre, Mônica Benício, viúva da vereadora Marielle Franco, Sara Azevedo (MG), Ari Areia (CE), Luana Alves (SP), Erika Hilton (SP) e Vivi Reis (PA).

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Trabalho de soldador
Mais de 5.770 vagas de emprego abertas nesta segunda-feira (4) no ES
Shakira se apresentou no Rio de Janeiro
Shakira se despede do Brasil com declaração de amor: 'Foi inesquecível e arrepiante'
SML de Linhares, no Norte do ES
Homem morre atropelado por caminhonete em rodovia de Rio Bananal

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados