Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Coronavírus: testagem em massa, a saída que nunca foi adotada no Brasil
Pandemia

Coronavírus: testagem em massa, a saída que nunca foi adotada no Brasil

De acordo com os pesquisadores, faltou uma ação coordenada posterior ao início da crise para conter o avanço da pandemia

Publicado em 08 de Agosto de 2020 às 15:32

Redação de A Gazeta

Publicado em 

08 ago 2020 às 15:32
Testes coronavírus
Testes de coronavírus: uma das principais estratégias para mapear e isolar os doentes Crédito: Ministério da Saúde
Para mapear e isolar os doentes, uma das principais estratégias é realizar testagem em massa, promessa que nunca saiu do papel. Quando a gente fala em vigilância em saúde, tem uma tríade básica que é rastrear, testar e isolar, afirma o médico Claudio Maierovitch. No momento em que a transmissão está acelerada, fica mais difícil fazer isso, mas não é impossível. O ideal seria determinar quarentena nos locais de maior transmissão para que haja uma queda no número de novos casos e fique mais fácil monitorar todas as infecções novas.
Para que o rastreamento funcione, uma alternativa indicada é recorrer ainda mais a unidades e equipes de atenção primária do SUS, rede capilarizada, próxima das comunidades e capaz de levar os cuidados para áreas distantes de grandes centros. Na prática, a medida poderia ajudar até a prevenir que casos graves aconteçam em locais sem UTI ou hospital.
De acordo com os pesquisadores, faltou uma ação coordenada posterior ao início da crise para conter o avanço da pandemia. Assim como foi feito um esforço para a abertura de novos leitos e de hospitais de campanha, deveríamos ter tido o mesmo movimento no programa Saúde da Família, pontua Maierovitch.

MONITORAMENTO

O sanitarista também defende o monitoramento precoce dos doentes. Alguns municípios estão usando os hospitais de campanha para internação mais preventiva, de doentes que não estão graves, mas que, por apresentarem fatores de risco, devem ser monitorados mais de perto para que uma piora seja rapidamente identificada. 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Empresas em alerta: juros altos muda comportamento do consumidor
Ensaio fotográfico sobre os pescadores da Colônia de Pesca de Itapoã, em Vila Velha
Governo implanta biometria no seguro-defeso do INSS
Jéssica Carlini conquista prata no Campeonato Brasileiro de boxe
Capixaba é medalhista de prata no Campeonato Brasileiro de boxe

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados