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São Paulo

Ato na Avenida Paulista foi dispersado após pedras jogadas em policiais, diz PM

Secretário-executivo da Polícia Militar de São Paulo, Coronel Álvaro Batista Camilo defendeu que a operação está sendo realizada para evitar confrontos entre manifestantes e o grupo pró-governo

Publicado em 31 de Maio de 2020 às 16:22

Redação de A Gazeta

Publicado em 

31 mai 2020 às 16:22
Policiais dispersa briga de manifestantes pró e contra o governo Bolsonaro, na Avenida Paulista, com bombas de gás
Policiais dispersa briga de manifestantes pró e contra o governo Bolsonaro, na Avenida Paulista, com bombas de gás Crédito: Instagram/@estadao
O secretário-executivo da Polícia Militar de São Paulo, Coronel Álvaro Batista Camilo, afirmou há pouco à Globonews que a dispersão, por parte da tropa, do ato pró-democracia no vão livre do Masp, Avenida Paulista, na tarde deste domingo ocorreu após pedras serem jogadas contra policiais. Ele defendeu que a operação está sendo realizada para evitar confrontos entre esses manifestantes e o grupo pró-governo, que se concentra a poucos metros, em frente à Fiesp.
"(Os manifestantes) Partiram para um radicalismo muito forte, ao confronto com a polícia. Não é o que geralmente acontece", disse o coronel.
Ele ressaltou, contudo, que não é possível saber de que lado vieram as pedras - dos manifestantes antigoverno ou dos favoráveis ao presidente Jair Bolsonaro. "Vimos animosidades dos 2 grupos (pró e antigoverno) na Avenida Paulista", disse. "E o Choque (Batalhão de Choque da PM) está lá exatamente por isso, para evitar que eles se confrontem ainda mais."
Coronel Camilo defendeu ainda que a Polícia Militar de São Paulo não defende "partido nem grupos ideológicos" e que, por orientação inclusive do governador João Doria (PSDB), deve defender a democracia e a liberdade de expressão.
*Agência Estado
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