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Medicamento

Associação de refrigerantes repudia piada de Bolsonaro sobre Tubaína

Para entidade, presidente Jair Bolsonaro deveria focar em acabar com benefícios fiscais amultinacionais do setor de bebidas

Publicado em 20 de Maio de 2020 às 18:17

Redação de A Gazeta

Publicado em 

20 mai 2020 às 18:17
O presidente Jair Bolsonaro concede entrevista no Palácio da Alvorada
O presidente Jair Bolsonaro concede entrevista no Palácio da Alvorada Crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
A Afrebras (Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil) disse em nota divulgada em seu site nesta quarta-feira (20) que repudia a declaração do presidente Jair Bolsonaro de que "quem é de direita toma cloroquina, quem é de esquerda, Tubaína".
Para a Afrebras, que representa mais de cem indústrias de bebidas regionais no país, incluindo produtores de tubaína, a declaração do presidente foi infeliz ao surgir no mesmo dia em que o país registrou, pela primeira vez, mais de mil mortes por coronavírus em 24 horas.
"A entidade defende que o governo, em vez de politizar o uso do medicamento, deve acabar com as regalias fiscais milionárias concedidas a multinacionais de bebidas na Zona Franca de Manaus, para amenizar o momento de crise econômica agravada pela pandemia no país", de acordo com o texto.
A fala de Bolsonaro ocorreu em uma live com o jornalista Magno Martins, na qual o presidente afirmou que um novo protocolo, assinado pelo ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, permitirá a utilização da cloroquina em pacientes em estágio inicial de contágio do coronavírus.
Ao defender o uso do medicamento no combate à Covid-19, Bolsonaro ironizou, dizendo que "quem é de direita, toma cloroquina; quem é de esquerda, tubaína", referendo-se a um tipo de refrigerante.
Na avaliação do presidente da Afrebras, Fernando Rodrigues de Bairros, o governo deveria focar em outros pontos, como os benefícios fiscais dados a multinacionais do setor de bebidas.
"Se o presidente Bolsonaro, de fato, se preocupa com o Brasil, agora é a hora de acabar de vez com a concessão de benefícios fiscais para multinacionais na Zona Franca de Manaus e reverter o dinheiro para o combate ao coronavírus", afirma Bairros.
De acordo com o texto, vários hospitais ou leitos de hospitais de campanha poderiam ser construídos com o dinheiro desses benefícios fiscais.
Grandes produtoras de refrigerante têm a produção de seus concentrados na Zona Franca de Manaus e, portanto, contam com isenção do IPI (Imposto sobe Produtos Industrializados).

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