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Aula sobre "golpe" na Ufes divide opiniões de leitores

Doutrinação? Produção de conhecimento? Anúncio da disciplina "O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil" na Ufes expôs as divergências dos leitores. Confira!

Publicado em 05 de Março de 2018 às 19:33

Públicado em 

05 mar 2018 às 19:33

Colunista

Professores da Ufes anunciaram a criação da disciplina “O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil” Crédito: Edson Chagas | AG
A notícia da criação da disciplina “O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil” por professores da Ufes, na esteira de iniciativas similares em universidades públicas do país, suscitou caloroso debate entre os leitores. O artigo de Gabriel Tebaldi sobre o tema, publicado em A GAZETA na edição de sábado (3), também seguiu o mesmo caminho. Confira alguns comentários:
Ainda vêm me dizer que não existe doutrinação nas universidades. Entram estudantes, saem militantes... Isso é uma vergonha!
Bruno Carlini, via Facebook
É uma disciplina optativa, faz quem quiser. Pra galera que não curte, tem uma porção de outras disciplinas. Tem pra todos os gostos, direita, esquerda, centro. Se ela fosse obrigatória, eu que quero muito fazê-la estaria discordando totalmente da universidade, mas optativa?! E pode discordar mesmo, é assim que produzimos debates saudáveis. Cada dia que passa as pessoas têm mais dificuldades de dialogar.
Rebecca Proux Bopp, via Facebook
Já vi cara com discurso direitoso em matéria de Eletrônica! Só não percebo ainda por que isso é menos pior.
Alexandre Araujo, via Facebook
A democracia será debatida, desde que você fale o que eles querem escutar... Estudar em uma universidade federal era sinônimo de inteligência, só entravam pessoas capacitadas, agora só se vê doutrinação e imbecilidade.
Leandro Aguiar, via Facebook
Quais locais que mais produzem conhecimento no país: as federais. Em quais locais a pesquisa e a extensão são base da produção de conhecimento ao invés do lucro: as federais. Onde estão os melhores alunos do país (vide Enem e outros): as federais. Mas aí a gente tem que ler isso. Certo estão os patos que desfilaram ao lado do Frota e Fiesp.
Vinícius Zocateli, via Facebook
Universidades federais são para filhinhos de papai... Quero ver trabalhar das 9h às 18h e estudar até as 23h, pagando os próprios estudos. Filhos de papai que vivem no mundo de faz de conta do socialismo, onde o capitalismo malvadão é culpado de todas as coisas. Bando de esquerdistas doutrinados.
Lew Mapeli, via Facebook
Melhor ser doutrinado por grandes mestres e professores do que pelo MBL.
Ray Novelli, via Facebook
Parabéns, Sr. Gabriel Tebaldi. A “loucura” com a disciplina O Golpe de 2016 não pode ter êxito. Isso só ocorre em universidades públicas federais”, onde grande parte dos professores, apesar de tecnicamente bem preparados, não conhece o trabalho e o momento histórico que vivemos. Está na hora de começar a desativar as ideias socialistas, que não levam a nada.
Alceu Bernardo Martinelli, via e-mail
O petismo transforma professores militantes em marqueteiros do PT, graças ao professor Luis Felipe Miguel, da UnB, que criou a disciplina “O Golpe de 2016 e o Futuro da Democracia no Brasil”. Um vandalismo intelectual disfarçado que não discute com isenção a defenestração da Dilma, a começar pelo nome da “disciplina”. O pior é que várias universidades aderiram a essa estranha militância partidária, inclusive a Ufes. De parabéns Gabriel Tebaldi que reagiu, na crônica “Mundo paralelo"” a essa deformidade acadêmica que denigre o bom nome da nossa universidade. Que país é este?
José Augusto Carvalho, via e-mail
As universidades públicas brasileiras, incluindo a Ufes, não são um mundo paralelo. Há décadas formam profissionais e fornecem conhecimento para a sociedade. Não à toa seus professores são constantemente acessados (inclusive pela imprensa) para opinarem sobre diversos assuntos. Locais de livre pensamento, com diversas manifestações intelectuais, culturais e políticas. No caso das federais, cada curso contém um corpo docente que ocupou esse lugar por rígidos processos de seleção. Só quem não conhece o dia a dia da universidade afirmaria ser esse espaço homogêneo politicamente.
Rodrigo da Silva Goularte, via Facebook
Muito pertinente: usar os já parcos recursos da educação superior para propaganda política de interesse deles. Se a tal iniciativa tivesse um mínimo de isenção, fosse estudo mesmo, em vez de “golpe”, usaria impeachment. Mas vai pedir isso a comunistas de bar e restaurante, esquerdistas de faculdade e universidade ou socialistas de caviar e vinho. Impossível!
João Zuccaratto, por e-mail

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