No dia 25 de maio celebramos o Dia do Trabalhador Rural, uma data que nos convida a refletir sobre a importância de quem dedica sua vida ao campo e que, por meio de suas mãos, dá vida e propósito ao alimento que chega às mesas de milhões de brasileiros diariamente.
São trabalhadores que cultivam a terra com coragem, paciência e ciência e se permitem aprender todos os dias com a natureza, pois a vida no campo envolve disciplina e compromisso com o futuro dos alimentos que nutrem o país.
Com forte tradição agrícola, no Espírito Santo, o campo tem rosto de família. Conforme dados do último Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com cerca de 357 mil trabalhadores rurais do Estado e respondendo por quase 75% das propriedades capixabas desponta a agricultura familiar.
São homens e mulheres que acordam cedo e transformam a terra em sustento, chova ou faça sol. Ao compartilhar conhecimento com as novas gerações, mantêm vivas as tradições, as comunidades do campo e a identidade cultural capixaba, que detém a liderança nacional em diversos tipos de cultivo.
Valorizar o trabalhador rural é reconhecer que sem ele não há café, leite, ovos, frutas ou hortaliças. Em síntese, não há base para a qualidade do que consumimos.
Nesse contexto, o cooperativismo agropecuário se mostra essencial. A Nater Coop, que nasceu em 1964 como Coopeavi e hoje é a maior cooperativa agropecuária do Espírito Santo, reúne milhares de famílias produtoras em mais de 70 unidades físicas, presentes em 42 cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais.
Com atuação em cadeias produtivas estratégicas do setor, a cooperativa figura entre as 30 maiores do agronegócio brasileiro e é a maior empregadora do segmento no Estado. Sob o lema “famílias que alimentam famílias” e sem perder de vista o fator humano, ela fomenta o espírito de união em um modelo econômico que garante competitividade, sustentabilidade e inovação a homens e mulheres que têm na vida no campo o seu alicerce.
Neste 25 de maio, cabe a cada um de nós valorizar o trabalhador rural, que além de peça fundamental da cadeia produtiva, é também protagonista da nossa segurança alimentar. Reconhecer sua importância é investir em políticas públicas, em tecnologia e em cooperativismo, para que o campo continue a prosperar e a contribuir de forma sempre efetiva com a economia do Brasil.