Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Flavia da Veiga

Artigo de Opinião

É CEO da BeHappier, especialista na Ciência da Felicidade e criadora da Publicidade Positiva
Flavia da Veiga

Aprenda com você mesmo a ser mais feliz em 2022

Neurocientistas confirmam que nosso cérebro é um órgão que aprende – o tempo todo. Ele é desenhado para ser alterado de acordo com pensamentos
Flavia da Veiga
É CEO da BeHappier, especialista na Ciência da Felicidade e criadora da Publicidade Positiva

Publicado em 31 de Dezembro de 2021 às 02:00

Publicado em 

31 dez 2021 às 02:00
A felicidade ainda é frequentemente confundida com consumo, dinheiro, sucesso, prazer. Achamos que ela vem de algo externo, algo que simplesmente acontece com a gente. Mas isso não é verdade. Quando algo de bom ou ruim acontece, não é o fato em si que é bom ou ruim, e sim os pensamentos e as emoções que temos sobre o fato.
Pesquisadores do mundo inteiro estão analisando dados, observando comportamentos e acumulando resultados sobre uma certeza cada vez mais consistente: a felicidade é uma habilidade que pode ser aprendida. E ela tem a ver com a mente. Com nosso cérebro.
Neurocientistas confirmam que nosso cérebro é um órgão que aprende – o tempo todo. Ele é desenhado para ser alterado de acordo com pensamentos. O que pensamos e sentimos, aos poucos, vai esculpindo a estrutura neural.
Em outras palavras, se quisermos ser felizes, precisamos rever nossas atitudes diante da vida. Quando dizem que a felicidade nasce dentro da gente, pode acreditar.
Então por que é tão difícil ser feliz?
Porque o nosso cérebro não foi programado para a felicidade e sim para a sobrevivência.
Lá no tempo das cavernas era muito importante estar atento aos perigos. Se um tigre aparecia, era preciso perceber e fugir. Nesse sentido, de lá para cá, nosso cérebro não evoluiu: o nosso cérebro primitivo é programado para ficar atento aos perigos. Isso significa que somos muito atraídos pelo que é ruim como uma ferramenta de sobrevivência.
O fato é que nosso cérebro nos ajudou muito na evolução e na sobrevivência, mas prejudicou bastante a nossa felicidade. A boa notícia: você não é seu cérebro. Seu cérebro é um órgão comandado por você. Mais especificamente: pela sua mente.
Então, o que fazer para ser mais feliz? Primeiro é preciso ter consciência que é você quem comanda sua mente, não o oposto. Como dizia o guru Yogi Bhajan: “A sua mente é sua melhor amiga e sua pior inimiga”. Grandes mestres, como Buda, tinham a mesma constituição física que todos nós temos, mas eles conseguiram usar a mente para mudar o próprio cérebro a ponto de transformar o mundo.
A chave da felicidade é tornar os seus pensamentos positivos. Essa é uma habilidade que pode ser desenvolvida, mas é preciso empregar esforço, tempo, foco e paciência. Um cérebro positivo gera emoções positivas. E quanto maior o número de emoções positivas maior a percepção felicidade.
Que tal experimentar? Ao longo do dia, a cada pensamento negativo, substitua por três pensamentos positivos, e faça de 2022 um ano de grandes transformações.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados