O 11 de agosto, dia dedicado aos advogados e advogadas, é um momento de celebração e reflexão sobre a importância da nossa classe para a sociedade. A advocacia vai além de uma mera atividade laboral.
Nós advogados e advogadas trilhamos a busca pela equidade, proteção dos direitos individuais e coletivos e pela garantia da aplicação justa da lei. Passa pelas mãos da advocacia a construção de um sistema jurídico que promova a igualdade e a dignidade para os nossos clientes e toda a sociedade. Mas hoje não vou dirigir esse texto à sociedade, quero falar diretamente para meus colegas de classe.
Nós sabemos que nosso dia a dia é marcado por uma série de desafios que exigem comprometimento com a profissão. A análise de casos, construção de teses jurídicas e as incontáveis idas aos fóruns muitas vezes torna nossa rotina extenuante, mas também recompensadora. A advocacia é, sem dúvida, uma vocação.
A defesa dos direitos e a promoção da justiça exigem muito mais do que habilidades técnicas; é necessário engajamento e um profundo senso de responsabilidade. E é essa mesma responsabilidade que nos garante as prerrogativas de atuação.
A Ordem dos Advogados do Brasil, nesse sentido, é a nossa casa. É o lugar em que estamos ladeados de colegas que atuam em diferentes áreas, mas em um só propósito: a manutenção da democracia em seus minuciosos e mais bonitos aspectos. A democracia está, sim, nas audiências e nas sustentações orais perante os tribunais, nas becas e liturgias, mas nasce diariamente dentro dos cursos de Direito, das vans interfóruns, das salas de apoio das nossas subseções.
O dia do advogado e da advogada é, portanto, uma forma de reconhecer a dedicação incansável que nos guia na busca pelas melhores soluções jurídicas. Gosto de dizer que, em meio às complexidades, advogados e advogadas continuam a ser faróis de luz para tantos brasileiros. Que a advocacia continue a iluminar o caminho da justiça.