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Roberta Bortot

Artigo de Opinião

É advogada, mestre, especialista em direito empresarial e em administração de empresas
Roberta Bortot

Dia do Advogado: a inteligência artificial e sua aplicação na prática jurídica

A advocacia precisará acompanhar essas mudanças e se adaptar a novos métodos de trabalho, reinventando-se em um retorno à sua própria essência: o pensamento crítico, a criatividade e o desenvolvimento de soluções únicas e personalizadas
Roberta Bortot
É advogada, mestre, especialista em direito empresarial e em administração de empresas

Publicado em 11 de Agosto de 2023 às 13:29

Publicado em 

11 ago 2023 às 13:29
A advocacia está passando por uma série de desafios com a chegada da era digital. A principal delas é a adaptação às novas tecnologias e sua integração eficiente na prática jurídica, o que ficou conhecido como Advocacia 4.0.
O investimento em soluções tecnológicas e em novos conhecimentos, até então muito distantes do ensino tradicional jurídico, tornam-se importantes diferenciais competitivos e, muito provavelmente, em um futuro não muito distante, indispensáveis para a sobrevivência no mercado.
Além do uso de ferramentas como cloud computing e analytics, uma das principais mudanças da era digital é o surgimento da inteligência artificial e sua aplicação na prática jurídica. Muitas tarefas que antes eram realizadas manualmente agora podem ser feitas por sistemas automatizados, o que requer uma reavaliação das competências e a adoção de um novo conjunto de habilidades.
A advocacia precisará acompanhar essas mudanças e se adaptar a novos métodos de trabalho, reinventando-se em um retorno à sua própria essência: o pensamento crítico, a criatividade, o desenvolvimento de soluções únicas e personalizadas com base nas particularidades do caso concreto.
A era atual é caracterizada por problemas multifacetados que exigem soluções igualmente complexas. Por outro lado, o acesso à informação é ilimitado e, com isso, os clientes se tornam cada vez mais exigentes: esperam serviços de alta qualidade com valor agregado. Eles desejam uma comunicação clara e transparente, um compromisso com os melhores resultados e uma representação jurídica que seja tecnicamente habilidosa. Para tanto, o profissional do século XXI deverá ser multidisciplinar, e ao mesmo tempo, extremamente especializado.
Se de um lado, o ganho de eficiência somado à virtualização das relações sociais ocasiona grande pressão nos preços e maior exigência por qualidade, por outro lado, derruba fronteiras para a prestação de serviços, permitindo aos profissionais concorrerem em outros mercados até então inacessíveis.
Digitalização
Justiça digital Crédito: Inteligência Artificial por Dall-E 2
Essa atuação, no entanto, requer uma abordagem proativa, investimento em ferramentas e novas habilidades, bem como uma compreensão profunda do impacto da tecnologia na prática jurídica, inclusive no contexto da segurança digital, proteção de dados e privacidade.
Profissionais que se adaptarem e abraçarem as mudanças tecnológicas emergentes poderão aproveitar as consequentes oportunidades e garantir um futuro promissor na advocacia, oferecendo um serviço jurídico mais eficiente, acessível e alinhado com as expectativas dos clientes do século XXI.
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