Os leitores ficaram indignados com a conduta do sargento Clemilson Silva de Freitas, flagrado agredindo um frentista por câmeras de videomonitoramento de um posto de gasolina em Vila Velha. O trabalhador, além de um tapa na cara, também ficou sob a mira da arma do PM. Em editorial, A Gazeta se posicionou sobre o episódio, cobrando não somente a necessidade do afastamento imediato de policiais em casos como esse e uma investigação célere por parte da Corregedoria da Polícia Militar, como um atendimento mais eficaz e menos burocrático ao cidadão que necessita fazer uma denúncia de abuso policial.
No perfil de A Gazeta no Facebook, a repercussão do caso foi grande. Foi somente na tarde desta terça-feira (28) que o frentista conseguiu registrar a denúncia, e o PM enfim foi afastado, segundo a instituição. Muitos leitores destacaram que a publicidade dada pela imprensa ao caso foi essencial para que as providências começassem a ser tomadas. O jornalismo, mais uma vez, mostrou-se um canal de cobrança importante para aqueles que se sentem impotentes diante das injustiças. Veja a seguir alguns comentários.
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Ainda bem que temos o jornalismo. (Silva Adriano)
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Parabéns, A Gazeta, por estar ajudando a denunciar publicamente esse caso, esse tapa doeu na cara de todo cidadão trabalhador e de bem, esperamos que a burocracia e o corporativismo não façam esse caso cair no esquecimento, queria ver a mesma coragem desse policial se fosse um bandido de verdade. (Márcia Silva)
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Essa reportagem está de parabéns, tinham que mudar drasticamente a forma como atua a corregedoria, são pagos pelo contribuinte e devem atender aos anseios da sociedade e não ao corporativismo. (Erasmo Moraes)
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À PM todo o nosso respeito, mais quando um erra suja o nome de toda a corporação, você toma raiva da polícia até mesmo de outros Estados, e até mesmo de outros países. (Júnior Júnior)
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Respeito!!! Respeito!!! Se o frentista tivesse cometido este absurdo, já estaria preso!!! (Denise Almeida Gomes)
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Eu peço a Deus para nunca passar por isso que esse cidadão passou. Este policial tem que ser expulso da corporação. (Sergio Valadão)
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Que essa lei sirva para todo mundo, até para os políticos que se acham donos do mundo. Parabéns ao frentista que fez valer a lei! (Dayher Ribeiro)
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Não existe nenhuma dúvida que a Polícia Militar é uma excelente instituição e imprescindível para a segurança da nossa sociedade. Entretanto vez ou outra surge algum de seus integrantes com problemas de autoestima e pratica esse tipo de desvio de comportamento, daí a necessidade de apuração adequada dos fatos e adoção de medidas punitivas para que esse cidadão entenda que a lei é para ser cumprida por todos, independente de cargo ou função pública. (Jorge Arnoni)
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Quero ver qual será a satisfação que o Estado vai dar ao contribuinte caso a PM não exonere esse cara, que é algo bem provável que aconteça. (Saulo Baptista)
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Se esse PM foi capaz de voltar lá e esbofetear o cara a troco de nada, imaginem o que ele não faria agora quem foi denunciado? Esse rapaz não deve nem estar dormindo direito coitado. em que ficar esperto! (Bruna Maia)
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Eu não tenho relatos de abuso de poder contra a minha pessoa, mas tenho um amigo que já foi agredido por PM em frente à Corregedoria. Durante o acontecido ele ameaçou denunciar o PM e ainda assim foi agredido. Se o caso não tiver repercussão vai ficar naquilo mesmo. (Filipe Gomes)
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A Corregedoria poderia dar mais atenção ao caso, a imprensa poderia montar uma barraca na porta pra esperar uma resposta! Que tal? (Renato Guimarães De Guimarães)
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Acho que queriam abafar o caso. (Vânia Maso)
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Verdade! Ele poderia fazer também um BO Preventivo!!! (Eliana Guimaraes Candida)
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Podemos assim dizer que há um "dito popular", que todos somos iguais perante a lei... Mas todos nós sabemos que na prática isso não é verdade. (Emanoel Elias)
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Exclusão da corporação deveria ser imediata. Como e feito nas empresas privadas, quando ocorrem agressões entre colegas. Não generalizando, muitos policiais depois que vestem a farda acham que estão acima de tudo e todos, daí que se vê que são despreparados. (Elivelto Chagas)