Sobre os grandes acontecimentos das últimas semanas no país e no mundo, eis alguns pensamentos que refletem um pouco sobre eles e inversão de valores da sociedade que vivemos. Iniciamos com um grito de alerta em prol da justiça social para os que deram suas vidas para a nossa pátria e lembrando dos aposentados e pensionistas. E a reforma da Previdência?!
Sobre economia e política externa, numa análise à decisão dos EUA em sobretaxar o aço, o ex-ministro Rubens Ricupero já disse: “A luz do que fez até agora, é pouco provável que Trump cause dano irreparável por um súbito gesto transloucado”.
No mês dedicado à mulher, infelizmente vimos casos de violência contra a figura feminina. Sobre isso, a advogada Laura Canineu alerta com essa verdade: “a violência começa em casa, esta é a principal mensagem para as mulheres brasileiras”. Apesar desse cenário adverso, rendemos homenagens a grandes mulheres, como Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Theresa May (ex-primeira ministra da Inglaterra) e Angela Merkel (primeira-ministra da Alemanha). O célebre físico Stephen Hawking, que morreu há poucos dias, deixou essa pérola: “Mulheres. Elas são um mistério completo”. O fato é que a mulher é uma obra-prima de Deus.
No mês dedicado à mulher, infelizmente vimos casos de violência contra a figura feminina
Erasmo de Rotterdã fala sobre esse mundo de inversão de valores, exemplificando a realidade atual. “Ser louco é a única possibilidade de ser sadio nesse mundo doente”. O papa Francisco, por sua vez, fez o alerta: “o mundo está no limite de uma guerra nuclear”. Nossa política vai por esse caminho. A senadora Gleisi Hoffmann chegou a afirmar que “para prender Lula, vai ter que matar gente”.
Em busca de paz, aproveitamos o espaço para homenagear os 70 anos sem Gandhi, que conquistou o mundo por seu esforço contra a desigualdade social humana. “O amor é a força mais abstrata e também a mais presente que há no mundo. Não me considero um soldado da paz. O fraco jamais perdoa. O perdão é uma característica do forte. Ser honesto é ainda mais importante do que ser pacífico. Na verdade, a mentira é a mãe da violência”. Acredito que não devemos julgar um homem por suas palavras, e sim por suas ações.
Para finalizar, não esqueçamos da violência em forma de tragédias que assolam nossas rodovias e tiram vidas, além da demora do Cais das Artes. Essas sim são duas grandes vergonhas de nosso Estado.
*O autor é ex-reitor da Ufes