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Eduardo Couto

Regras de boa convivência entre carreira e tecnologia

Num mercado mais acirrado, a transformação digital se tornou o oxigênio para empresas com objetivo se manter saudável e competitiva no segmento de atuação

Publicado em 05 de Abril de 2018 às 20:29

Públicado em 

05 abr 2018 às 20:29

Colunista

Ilustração Amarildo tecnologia Crédito: Amarildo
Enquanto o avanço da tecnologia gera fascínio em muitos, outros se sentem ameaçados quando um número cada vez maior de empresas abrem as portas para a inovação. As mudanças provocadas pela transformação digital têm tirado muitos da zona de conforto exigindo novas habilidades e uma adaptação constante para uma nova forma de trabalhar.
Pesquisa da consultoria McKinsey mostrou que 45% das atividades remuneradas de hoje podem ser completamente automatizadas no futuro, fazendo com que pelo menos 7 milhões de empregos sejam extintos até 2021 devido às transformações tecnológicas, segundo estudo do Fórum Econômico Mundial.
As mesmas projeções que assustam também indicam uma tendência de aumento de empregos associados às inovações, além da reconfiguração de profissões já existentes. Entre as novas carreiras - a serem criadas a depender das tendências tecnológicas -, especialistas têm como expectativa a criação de 2 milhões de vagas em todo o mundo, sendo elas especialmente ligadas à computação, engenharia, arquitetura, matemática, mídia e entretenimento. Os números, a níveis globais, chamam atenção pela grandiosidade. A partir deles, existem caminhos para estabelecer uma relação amigável entre profissionais e a tecnologia?
Em meio a um mercado cada vez mais acirrado, seja no contexto da crise ou fora dele, a transformação digital se tornou o oxigênio para empresas que têm como objetivo se manter de forma saudável e competitiva em seu segmento de atuação. Da mesma maneira, a habilidade e o desejo de desenvolver novas competências e de se adaptar a novos processos podem garantir a empregabilidade e sucesso de profissionais.
As transformações na forma de trabalhar já estão presentes em empresas de diferentes setores. Elas vêm gradualmente adaptando a forma de prestações de serviço por meios digital e físico, levando automatização aos processos gerenciais das companhias e favorecendo a produtividade e ganho das instituições. Neste contexto, a trajetória profissional será sempre levada em consideração, basta que o profissional desenvolva e adicione a ela uma capacidade de adaptação a novas rotinas, soluções, padrões e processos.
*O autor é economista e especialista em tecnologia
 

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