Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Quem está no time de 11 pré-candidatos a prefeito de Vitória em 2020?
Escalação completa

Quem está no time de 11 pré-candidatos a prefeito de Vitória em 2020?

Saiba quem são os políticos que pretendem suceder Luciano Rezende na próxima eleição, com direito a um mini-perfil de cada um

Publicado em 28 de Dezembro de 2019 às 04:00

Públicado em 

28 dez 2019 às 04:00
Vitor Vogas

Colunista

Vitor Vogas Vitor Vogas
O time de pré-candidatos a prefeito de Vitória em 2020 Crédito: Amarildo

A coluna de hoje traz a escalação completa dos 11 políticos que entram em 2020 jogando no time dos pré-candidatos a prefeito de Vitória. Por ordem alfabética, são eles: Amaro Neto (Republicanos), André Moreira (PSOL), Capitão Assumção (PSL), Cleber Felix (PP) e Fabrício Gandini (Cidadania); Jackeline Rocha (PT), Lorenzo Pazolini (sem partido) e Mazinho dos Anjos (PSD); Nylton Rodrigues (Novo), Sérgio de Sá (PSB) e Sergio Majeski (PSB).

Abaixo, você encontra um perfil de cada integrante desse “time”, individualmente:

Sergio Majeski (PSB)

Em 2014, pelo PPS (atual Cidadania, partido de Luciano Rezende), o apresentador de TV entrou na política, como candidato a deputado estadual mais votado do Espírito Santo. Em 2018, após ser obrigado a abortar a candidatura ao Senado, foi o candidato a deputado federal mais votado pelos capixabas, com 181.837 votos (um novo recorde para o cargo). Antes disso, em 2016, perdeu para Luciano, no 2º turno, a eleição a prefeito de Vitória, a qual disputou pelo Solidariedade. Ainda não fala abertamente em ser candidato a prefeito novamente, mas aliados dele não têm dúvida de que o será. Outros receiam que esse passo pode mais atrapalhar Amaro do que ajudá-lo a alcançar a sua maior aspiração: tornar-se governador do Espírito Santo. Já na eleição seguinte, em 2022, ele pode concorrer ao Palácio Anchieta.
Advogado trabalhista, já foi secretário-geral da OAB-ES, de 2007 a 2009. Após filiar-se ao PSOL, foi candidato a senador em 2014, a prefeito de Vitória em 2016 e a governador em 2018. Durante a última campanha ao governo, em entrevista à rádio CBN, afirmou que seria candidato a prefeito de Vitória em 2020.
Político de extrema direita, o capitão da reserva da Polícia Militar do Espírito Santo foi deputado federal de janeiro de 2009 a janeiro de 2011, pelo PSB (partido de Casagrande). Chegou à Câmara como suplente de Neucimar Fraga. Depois, chegou a exercer cargos no primeiro governo de Casagrande (2011-2014). Em 2016, pelo Partido da Mulher Brasileira (PMB), disputou a eleição a vereador de Vitória. Em fevereiro de 2017, participou da greve da PMES. Após o movimento, ficou preso por alguns meses e passou a responder a processos nas esferas administrativa e judicial. Na primeira, foi anistiado, ao lado de mais de 2,6 mil policiais, graças a projeto de Casagrande aprovado na Assembleia em janeiro de 2019. Na segunda, já tem condenação em 1º grau como um dos líderes da greve. Em 2018, pelo PSL, foi o 8º candidato a deputado estadual mais votado no ES. Na Assembleia, declara-se independente, mas tem adotado postura de opositor ao governo Casagrande. Da tribuna, é quem faz as críticas mais pesadas ao Executivo. À coluna, já disse estar à disposição do PSL para disputar a Prefeitura de Vitória e que, se entrar nessa disputa, será para ganhar.
Conhecido por todos como Clebinho, foi líder comunitário do bairro Andorinhas e assessor de gabinete do vereador Davi Esmael (PSB) antes de se eleger, em 2016, para seu primeiro mandato político, na Câmara de Vitória (foi o candidato que entrou com menos votos). Em agosto de 2018, com o apoio de sete colegas (incluindo Davi), derrotou o grupo do prefeito Luciano Rezende e elegeu-se presidente da Câmara no biênio 2019-2020. Como presidente, não tem imposto dificuldades à gestão de Luciano, mas já teve rusgas com o prefeito. No fim de outubro, chegou a pedir à prefeitura um repasse de R$ 2 milhões para a Câmara conseguir fechar as contas do ano. Após muitas discussões, a prefeitura repassou pouco mais de R$ 830,9 mil. A Câmara declarou que o pedido foi atendido em parte. Clebinho já manifestou interesse em ser candidato a prefeito. Na janela a ser aberta em março, ele trocará o PP pelo DEM.
Após ser assessor de gabinete do próprio Luciano por alguns anos na Câmara, elegeu-se em 2008 para o primeiro mandato de vereador. Com base eleitoral em Jardim Camburi, reelegeu-se em 2012 e, novamente, em 2016 – nos dois casos, como candidato mais votado em Vitória. No biênio 2013-2014, foi o presidente da Casa. Em 2014, foi candidato a vice-governador na chapa liderada por Casagrande, derrotada no 1º turno pela chapa Hartung-Colnago. No início de 2017, tornou-se secretário municipal de Gestão, Planejamento e Comunicação, trabalhando estreitamente com Luciano. No ano seguinte, elegeu-se deputado estadual. Na Assembleia, preside a Comissão de Constituição e Justiça, por onde passam todos os projetos. No fim deste ano, passou a se desentender com o atual comando da Casa, presidida por Erick Musso (grande aliado de Amaro). É pré-candidato declarado, e Luciano, há muito tempo, também declara apoio ao pupilo. À coluna, Gandini já afirmou que, em 2020, terá seu protagonismo e que tem estilo diferente do de Luciano.
Microempresária e militante de movimentos sociais, Jackeline nasceu e cresceu no município de Colatina. Em 2018, apresentou-se aos eleitores capixabas, como candidata do PT ao governo do Estado. Teve 7,4% dos votos. Em outubro passado, em uma eleição apertadíssima no congresso estadual do partido, derrotou o deputado federal Helder Salomão, tornando-se a nova presidente estadual do PT. Dentro do partido, tem o apoio da corrente de Coser e pertence à Construindo um Novo Brasil (CNB), que tem forte vínculo com sindicatos e que é, nacionalmente, a do ex-presidente Lula. Jackeline defende que o PT deve lançar candidaturas próprias nas maiores cidades do Estado. Ela própria desponta agora como principal aposta do partido em Vitória.
Após se destacar pelo trabalho à frente da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Vitória, fez sua estreia eleitoral em 2018, conseguindo, de cara, um resultado expressivo: com 43.293 votos, foi o 2º candidato mais votado para a Assembleia. No início de 2019, saiu do PRP, partido nanico pelo qual se elegeu. Desde então, tem sido cortejado por muitas siglas para se candidatar em Vitória, entre as quais o PSDB, o DEM e o Republicanos. Em seu primeiro ano na Assembleia, notabilizou-se por adotar postura crítica ao governo Casagrande e por votar sistematicamente contra os projetos mais importantes do Executivo. No plenário, protagonizou as discussões mais duras com deputados da base governista, especialmente com o ex-líder de Casagrande, Enivaldo dos Anjos (PSD). Desenvolveu proximidade com deputados como Vandinho Leite (PSDB) e Erick Musso, aliado de Amaro. Sobre a eleição em Vitória, mantém posição dúbia. Jamais afirmou que entrará nessa disputa. À coluna, o delegado já afirmou que pode não disputar nada em 2020. Também já declarou que pode ser candidato a prefeito mesmo se Amaro também estiver no páreo.
Sobrinho de Enivaldo dos Anjos, o jovem empresário chegou à Câmara de Vitória para seu primeiro mandato eletivo em 2017. Na Casa, tem feito mandato de oposição à gestão de Luciano. Tem bom relacionamento com outros vereadores não alinhados ao prefeito, como Davi Esmael, e foi decisivo para a eleição de Clebinho à presidência da Câmara em 2018. Preside a Comissão de Desburocratização e Empreendedorismo. Em novembro, lançou oficialmente a sua pré-candidatura a prefeito.
Filiado ao Novo no meio de 2019, o coronel da reserva da PMES já foi anunciado publicamente como pré-candidato a prefeito pelo partido de viés liberal na economia e nos costumes e já está em pré-campanha. Em fevereiro de 2017, durante o governo Paulo Hartung, assumiu o cargo de comandante-geral da PMES. Era o auge da greve dos policiais militares. Ajudou o governo a elaborar a lei de promoções de praças e oficiais, aprovada na Assembleia no mês seguinte, em reação ao movimento, dando um peso muito maior ao mérito como um dos critérios de promoção na tropa. Em abril de 2018, tornou-se secretário estadual de Segurança. Com o fim do governo Paulo Hartung, virou secretário de Defesa Social da Serra, sob a chefia do prefeito Audifax Barcelos (Rede), com quem já havia colaborado. Em maio, rompeu com Audifax e pediu exoneração.
Filho do deputado estadual José Esmeraldo (MDB), Serginho, como é conhecido no meio político, acumula as funções de vice-prefeito de Luciano com o comando da Secretaria de Obras e Habitação de Vitória. Em reuniões fechadas, já admitiu interesse em viabilizar sua candidatura à sucessão de Luciano. Para isso, precisa garantir a legenda dentro do próprio partido, cujos dirigentes, no momento, também trabalham com um segundo nome. É o próximo da nossa lista:
Em 2014, venceu a sua primeira eleição, chegando à Assembleia Legislativa como o candidato eleito com menos votos. Em 2018, conseguiu a reeleição, mas agora como candidato mais votado. Entre os dois pleitos, um mandato em que o professor de Geografia se notabilizou pela oposição ao governo Paulo Hartung e pela defesa de bandeiras como mais investimentos na educação pública. A postura chamava ainda mais a atenção porque ele era do PSDB, um dos pilares do governo de Hartung. Em 2018, a convite de Casagrande, migrou para o PSB, cogitando lançar-se ao Senado. Acabou desistindo dessa candidatura, queixando-se de falta de apoio do novo partido. No atual mandato, mantém a postura crítica, embora mais amena, ao governo do próprio partido. Às vezes, vota contra projetos que vêm do Palácio Anchieta, como o orçamento para 2020. Também é crítico de algumas medidas tomadas pela Mesa Diretora. Ainda não decidiu se será candidato a prefeito. Para isso, pode trocar o PSB pela Rede Sustentabilidade, que já o convidou – caso o PSB decida apoiar Gandini em vez de ter candidato próprio.

RESERVAS

. João Coser (PT): o ex-prefeito pode até disputar a eleição para defender o partido e o próprio legado em Vitória, se Jackeline Rocha não for candidata, mas somente numa condição em que tenha total apoio da direção nacional do PT, estrutura de campanha garantida e nenhuma pressão por sucesso eleitoral.

. Max da Mata (PSDB): o vereador tem interesse em ser candidato pelo partido, mas a direção partidária prioriza a filiação e o lançamento de Pazolini.

. Neuzinha de Oliveira (PSDB): a vereadora também é cotada como candidata pelo PSDB, caso o partido não filie nem lance Lorenzo Pazolini.

. Roberto Martins (PTB): o vereador está resolvido a migrar para a Rede na janela de março e afirma que será candidato se Majeski não se filiar e não se lançar a prefeito pelo partido.

Vitor Vogas

Vitor Vogas Vitor Vogas

Vitor Vogas é jornalista com atuação na imprensa capixaba há quase 20 anos. Cobriu várias eleições. De 2008 a 2021, trabalhou na Rede Gazeta, como repórter e colunista de Política. Também foi comentarista da CBN. Em 2026, após passagens por veículos da Rede Capixaba e do Grupo Sim, voltou a assinar esta coluna. Aqui, diariamente, você encontra informações de bastidores e análises em profundidade sobre o cenário político do Espírito Santo.

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Rodízio de comida japonesa do restaurante Banzai
Restaurantes do ES com rodízio de comida japonesa para ir no Dia do Sushi
Imagem de destaque
Helder Salomão perdeu ganhando e sai fortalecido das eleições no ES
Close-up de mãos segurando ampulheta
Chegou a hora de fazer uma pausa

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.