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Vitor Vogas

Pesquisadora da Ufes deve ser secretária de Ciência e Tecnologia

A professora Cristina Engel de Alvarez, do Departamento de Arquitetura da Ufes, é a mais forte candidata para o cargo. Tendência é que Casagrande anuncie o nome nesta sexta-feira (14)

Publicado em 13 de Dezembro de 2018 às 13:32

Públicado em 

13 dez 2018 às 13:32
Vitor Vogas

Colunista

Vitor Vogas

Professora Cristina Engel Alvarez Crédito: Hélio Marchioni
A professora Cristina Engel de Alvarez, do Departamento de Arquitetura da Ufes, é a mais forte candidata a preencher o cargo de secretária de Ciência e Tecnologia no governo de Renato Casagrande (PSB). A tendência, hoje forte, é que ela esteja entre os secretários anunciados nesta sexta-feira (14) pelo governador eleito.
Considerada um quadro puramente técnico, Alvarez é professora titular da Ufes e tem extensa carreira dedicada a pesquisas acadêmicas. Ela já conversou com Casagrande, que por sua vez já informou que, para a Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secti), sua escolha será por um gestor de perfil técnico.
Segundo outro intelectual ouvido pela coluna, a provável indicada por Casagrande é renomada e muito respeitada no meio acadêmico, dentro e fora do Espírito Santo. Ela chegou a liderar expedições científicas na Antártida, na Estação Antártica Comandante Ferraz (uma base pertencente ao governo brasileiro localizada na ilha do Rei George, a 130 quilômetros da Península Antártica). Em 2012, a estação foi quase toda destruída em um incêndio. Desde então, a professora participa do projeto de reconstrução da base.
Cristina Engel de Alvarez na base brasileira na Antártida Crédito: Divulgação/Ufes
Em março deste ano, ela assumiu a coordenação da rede internacional Cires - Cidades Inclusivas, Resilientes, Eficientes e Sustentáveis. Trata-se de uma rede de pesquisadores, gestores municipais e de estudantes que levam à sociedade o conhecimento produzido nas instituições de ensino e pesquisa e nos setores públicos. A organização é formada por 21 grupos provenientes de sete países: Argentina, Chile, Costa Rica, Equador, Espanha e Portugal, além do Brasil.
Ao longo do atual governo Paulo Hartung, a Secti foi comandada, principalmente, por secretários com perfil político. Passaram por lá o ex-prefeito de Colatina Guerino Balestrassi (então no PSDB) e o ex-deputado estadual Vandinho Leite (PSDB), que voltará para a Assembleia Legislativa em 2019.
PARTICIPAÇÃO FEMININA
Além da questão técnica, a opção por uma mulher para o comando da Secti também tem um sentido simbólico: atualmente, no meio acadêmico, é crescente o debate sobre a ampliação da participação feminina nas pesquisas científicas.
Se confirmado o anúncio, Cristina Engel Alvarez será a quinta mulher a compor o alto escalão do governo Casagrande. Já foram anunciadas Flávia Mignoni (Comunicação; sem filiação), Nara Borgo (Direitos Humanos; sem filiação), Lenise Loureiro (Gestão e Recursos Humanos; filiada ao PPS) e Valésia Perozini (chefe de gabinete; filiada ao PSB). A vice-governadora de Casagrande é a ex-vereadora de Cariacica Jacqueline Moraes (PSB).
OUTROS NOMES
Casagrande anunciará outros secretários e comandantes de órgãos e/ou autarquias nesta sexta-feira. A tendência é que o deputado federal Marcus Vicente, não reeleito, seja escalado para a Secretaria de Desenvolvimento Urbano ou para a de Agricultura.
Marcus Vicente é cotado para Agricultura ou Desenvolvimento Urbano Crédito: Gustavo Lima/Agência Câmara
Para a Agricultura, também é cotado o deputado federal Paulo Foletto (PSB), reeleito. Entre dirigentes do partido de Casagrande, é grande a pressão para que a pasta fique com a sigla, na pessoa de Foletto. Essa pressão aumentou depois que o deputado federal Evair de Melo (PP) divulgou a informação de que foi convidado por Casagrande para chefiar a mesma pasta, mas recusou o convite.
Além do PP, devem ser contemplados, no primeiro escalão, pelo menos outras duas siglas que apoiam Casagrande: o PDT e o PV.
Já ocupando duas secretarias (Gestão com Lenise Loureiro e Casa Civil com Davi Diniz), além do Instituto Jones dos Santos Neves (Luiz Paulo Vellozo Lucas), o PPS já é considerado contemplado e não deve preencher outra secretaria. 

Vitor Vogas

Jornalista de A Gazeta desde 2008 e colunista de Política desde 2015. Publica diariamente informações e análises sobre os bastidores do poder no Espírito Santo

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