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Gutman Uchôa de Mendonça

Notas sobre um crime

A morte de Milena Gottardi entrou para a história dos crimes bárbaros registrados no Espírito Santo. A Justiça há de realizar um excelente trabalho

Publicado em 22 de Janeiro de 2018 às 19:50

Públicado em 

22 jan 2018 às 19:50

Colunista

Começou o julgamento de um dos crimes mais bárbaros praticados nos últimos tempos no Espírito Santo, engendrado pelo policial civil Hilário Frasson e seu pai, Esperidião Frasson, responsáveis pela contratação de três criminosos para executarem a médica Milena Gottardi ao sair do hospital em que trabalhava, às primeiras horas da noite.
Diante das provas irrefutáveis de que Hilário agiu de modo frio e calculado ao contar com a ajuda do seu pai e mais três bandidos para executar a esposa, o crime não tem defesa.
Constam no rol de testemunhas desse crime horrendo, apresentadas pelo advogado de defesa, Homero Mafra, que defende Hilário, duas figuras curiosas: um padre e um desembargador. Padre Luchi está espantado por ter sido convidado para ser testemunha de defesa de um criminoso.
Na hora de defender um criminoso, por mais brutal que ele seja, sempre aparece um advogado. Mas, que testemunhos poderiam oferecer um padre e um desembargador a favor de um criminoso? Não há nada racional que possamos imaginar que tais figuras poderiam alegar diante de cruel realidade.
Não será com influência de testemunhas que os criminosos se safarão ilesos desse crime hediondo perpetrado contra uma jovem indefesa.
A morte de Milena Gottardi entrou para a história dos crimes bárbaros registrados no Espírito Santo. É preciso que essa gente desprezível mofe na cadeia até o fim de seus dias, remoam a estupidez que cometeram. A cadeia é o lugar adequado para bandidos de tal ordem ficar, já que não temos o exercício salutar da pena de morte para extirpar criminosos de tal quilate das vistas da sociedade.
A Justiça há de realizar um excelente trabalho para coroar os serviços da Polícia Civil, ao prender em tempo recorde os criminosos.
Não há testemunhas que possam diminuir a pena de bandidos tão asquerosos. Por mais que se queira incutir na sociedade que Hilário Frasson era um homem doente, que mandou matar sua mulher por ciúme doentio, nada disso adiantará diante da crueldade, do tempo em que levou para montar tal crime, para que os criminosos ficassem ilesos. Vamos ver até onde chega essa pantomina diabólica.

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