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Evandro Milet

No campeonato das eleições, quem vai correr pra galera?

Quando acabar a Copa do Mundo, começa outro campeonato, o das eleições. A torcida está distraída, e, na consulta espontânea, a maioria não sabe quem escalar

Publicado em 21 de Junho de 2018 às 22:51

Públicado em 

21 jun 2018 às 22:51
Evandro Milet

Colunista

Evandro Milet

Urna eletrônica Crédito: ABr Edson Chagas
Quando acabar a Copa do Mundo, começa outro campeonato. A torcida, distraída com a Copa, se mantém distante e, na consulta espontânea, a maioria não sabe quem escalar. Vejamos como estão os personagens:
Joaquim Barbosa - Veio com fama de pôr ordem no time, xerife da grande área, mas desistiu e está fora da convocação; Luciano Huck - Promessa de craque, apoiado pela mídia e por alguns dirigentes, entrou em campo para treinar, levou duas caneladas e um carrinho por trás e pulou fora; Henrique Meirelles - craque em estatística de jogo e organização tática, mas a torcida não o entende. Difícil convocação; Rodrigo Maia - Ninguém acredita que entre em campo; João Amoedo - Promessa para o futuro, vai disputar o campeonato das divisões de base; Manuela D’Ávila - Atua avançada pela esquerda, mas ninguém tabela com ela. Vai ficar isolada; Álvaro Dias - Jogador experiente, joga pelo meio. Craque regional, não deslanchou ainda para aparecer no campeonato principal; Lula - Apanhado no exame antidoping, por substâncias entregues pelo homem da mala, foi expulso pelo juiz. Cumpre suspensão e está fora do campeonato; Ciro Gomes - Confundido com Felipe Melo, já xingou quase todos os outros jogadores, juízes e dirigentes. Começou a carreira jogando pela direita, foi para o meio e agora quer mostrar que sabe jogar na esquerda. Gosta de entrar de sola, chutar de bico e abaixo do pescoço é canela. Aguarda apoio para entrar no lugar de Lula, mas é difícil; Marina Silva - Não entra em dividida, fica escondida em campo vendo se a grama está verde mesmo. Promete uma grande confraternização entre adversários, mas a TV não transmite e pode desidratar; Fernando Haddad - Possível substituto de Lula, talvez só saiba se está escalado na véspera do jogo. Atua pela esquerda. Dilma Roussef - Depois de algumas pedaladas, levou cartão vermelho na temporada passada. Não se entrosava com ninguém no time, ficava daqui pra lá e de lá pra cá em campo. Está fora da convocação; Geraldo Alckmin - O jogador mais experiente, anda escondido em campo, mas tem resultados para mostrar e apoios importantes. Falta condicionamento físico, mas pode surpreender. Quer organizar o meio de campo que está congestionado; Jair Bolsonaro - Já mostrou as travas do coturno, quer dizer, da chuteira para muita gente. Conta com o apoio das torcidas organizadas mais violentas que vão poder andar armadas. A preocupação é que, se convocado, pode acabar com o campeonato, com a federação e, se a plateia não ficar quieta, acaba com ela também. Sem espaço na TV, perde força.
Quem vai correr pro abraço?
*O autor é consultor, membro do Conselho de Administração do Ibef/ES
 

Evandro Milet

É consultor e palestrante em Inovação e Estratégia. Neste espaço, novidades e reflexões sobre mercado de trabalho e tecnologia têm sempre destaque.

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