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Esforços

Trump deveria ganhar o Nobel da Paz, diz presidente da Coreia do Sul

Americano sugere que reunião de cúpula com Kim aconteça na Zona Desmilitarizada

Publicado em 30 de Abril de 2018 às 14:55

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 abr 2018 às 14:55
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Crédito: Gage Skidmore | Flickr
O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, disse nesta segunda-feira que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, merece um prêmio Nobel da Paz por seus esforços para acabar com o impasse com a Coreia do Norte por seu programa de armas nucleares. Moon e o líder norte-coreano, Kim Jong Un, prometeram na sexta-feira encerrar as hostilidades entre os dois países e trabalhar pela “completa desnuclearização” da Península Coreana, na primeira cúpula entre os líderes dos dois países em mais de uma década. E nesta segunda-feira, Trump sugeriu que a reunião de cúpula histórica com o líder norte-coreano aconteça na localidade de Panmunjom, na Zona Desmilitarizada que divide a península.
— O presidente Trump deveria ganhar um prêmio Nobel da Paz. O que precisamos é apenas de paz — disse Moon em reunião com secretários de alto escalão do governo, de acordo com uma autoridade da Casa Azul presidencial que falou com jornalistas sobre o encontro.
Trump está se preparando para se encontrar Kim, em uma reunião prevista para ocorrer em junho. No Twitter, disse nesta segunda-feira que vários países estão sendo considerados, mas sugeriu que a reunião histórica aconteça na Casa da Paz, na Zona Desmilitarizada.
“A Casa da Paz/Casa da Liberdade, na fronteira entre Coreia do Norte e Coreia do Sul não seria mais representativa, importante e duradoura do que um terceiro país? Apenas perguntando!”, escreveu sobre o encontro.
Um dia antes, durante uma reunião com seus seguidores em Michigan, o presidente americano prometeu “fazer um grande favor ao planeta” ao chegar a um acordo sobre a questão nuclear.
No mesmo dia, Kim se comprometeu a fechar suas instalações de testes nucleares em maio e convidar especialistas da Coreia do Sul e dos Estados Unidos, além de jornalistas internacionais, para assistir ao ato. O anúncio revelado pelo governo de Seul é o mais recente exemplo da virada diplomática da Península Coreana nos últimos meses.
CHANCELER CHINÊS VISITARÁ COREIA DO NORTE
Em um breve comunicado nesta segunda-feira, o ministério das Relações Exteriores chinês também anunciou que o chanceler Wang Yi visitará a Coreia do Norte esta semana. Wang irá ao país vizinho na quarta e quinta-feira a convite de seu colega norte-coreano. Esta será a primeira viagem de um chefe da diplomacia da China a Coreia do Norte desde 2007.
Na sexta-feira, Pequim elogiou o encontro entre o Kim e Moon, destacando a “coragem” dos líderes e classificando como “histórico” o aperto de mãos na linha de demarcação que divide a península. A China é o principal apoio diplomático e econômico da Coreia do Norte. Mas nos últimos meses, irritada com a imprevisibilidade de seu turbulento vizinho, demonstrou sua rejeição às ambiciones nucleares de Pyongyang e aplicou a sanções econômicas da ONU.
Durante a reunião, o líder norte-coreano e o presidente sul-coreano concordaram em buscar a "desnuclearização total" da península. O porta-voz da presidência sul-coreana, Yoon Young-chan, contou que Kim garantiu que não seria capaz de jogar uma arma nuclear contra a Coreia do Sul ou contra os EUA.
— Kim disse, durante a cúpula com o presidente Moon, que iria realizar o fechamento de instalações nucleares em maio e que logo convidaria especialistas da Coreia do Sul e dos Estados Unidos para relatar o processo à comunidade internacional com transparência — afirmou. — Kim disse: "Os Estados Unidos nos consideram nojentos, mas, assim que conversarmos, eles perceberão que eu não sou alguém que vai lançar uma arma nuclear para o Sul ou os Estados Unidos".

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