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Mike Pompeo

Secretário de Estado dos EUA visitará imigrantes venezuelanos em Roraima

Em uma missão para 'defender a democracia', Mike Pompeo fará uma visita a Boa Vista, quando se encontrará com Ernesto Araújo e com imigrantes

Publicado em 15 de Setembro de 2020 às 18:57

Redação de A Gazeta

Publicado em 

15 set 2020 às 18:57
O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo
O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Em uma missão para "defender a democracia" e "fortalecer a segurança contra ameaças regionais", o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, fará uma visita a Boa Vista, capital de Roraima, nesta sexta (18), quando se encontrará com o chanceler Ernesto Araújo e com imigrantes venezuelanos.
Na agenda, Pompeo tem uma visita ao Posto de Identificação e Triagem (PITRIG) da Operação Acolhida, voltada a oferecer apoio a imigrantes venezuelanos, e uma passagem por uma instalação humanitária de higiene financiada pela USAID, a agência de cooperação internacional americana.
A passagem do secretário por Roraima faz parte de uma missão a quatro países da América do Sul, dos quais três fazem fronteira com a Venezuela -Brasil, Guiana e Colômbia. Ele também irá ao Suriname.
Segundo o Departamento de Estado americano, "ao visitar os imigrantes que fogem do desastre feito por mãos humanas", Pompeo "reafirmará a importância do apoio brasileiro e americano ao povo venezuelano".
EUA, Brasil e Colômbia não reconhecem Maduro como presidente da Venezuela desde janeiro de 2019. Atualmente, mais de 50 países reconhecem o líder opositor Juan Guaidó como líder do país, ainda que o status não se reverta em poder na prática.
Em agosto, um grupo de 31 países, incluindo Brasil e Estados Unidos, divulgou uma declaração conjunta pedindo eleições livres na Venezuela. O posicionamento veio após os 27 partidos de oposição do país caribenho anunciarem um boicote ao pleito programado para o dia 6 de dezembro.
Segundo eles, a votação será manipulada pelos chavistas e, assim, participar do processo eleitoral seria "colaborar com a estratégia da ditadura". Há, entretanto, discordâncias, e opositores atuam para que ao menos parte dos partidos participe do pleito.

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