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Na pandemia

Risco de exposição ao coronavírus em aviões é muito baixo, diz estudo

O estudo do Departamento da Defesa dos Estados Unidos dá um sinal positivo para o setor aéreo, que tenta se recuperar do efeito devastador da pandemia sobre viagens

Publicado em 15 de Outubro de 2020 às 17:15

Redação de A Gazeta

Publicado em 

15 out 2020 às 17:15
Avião no pátio do Aeroporto de Vitória
A pesquisa durante seis meses envolveu 300 testes durante 38 horas de voo e 45 horas de testes em solo Crédito: Luísa Torre/Arquivo
O risco de exposição ao coronavírus em aviões é muito baixo, revelou um estudo do Departamento da Defesa dos Estados Unidos divulgado nesta quinta-feira (15), um sinal positivo para o setor aéreo, que tenta se recuperar do efeito devastador da pandemia sobre as viagens.
Quando um passageiro sentado está usando máscara, uma média de 0,003% das partículas de ar dentro da zona de respiração ao redor da cabeça de uma pessoa são infecciosas, mesmo que todos os assentos estejam ocupados, segundo o estudo.
O teste supôs só uma pessoa infectada no avião e não simulou os efeitos da movimentação de passageiros pela cabine.
O estudo, realizado a bordo de aeronaves Boeing 777 e 767 da United Airlines, mostrou que as máscaras ajudam a minimizar a exposição a infecções quando alguém tosse, mesmo em assentos vizinhos.
Cerca de 99,99% das partículas foram filtradas para fora da cabine dentro de seis minutos devido à circulação rápida do ar, à ventilação de ar em sentido para baixo e aos sistemas de filtragem da aeronave.
"Estes resultados significam que suas chances de exposição à covid em uma aeronave da United são quase inexistentes, mesmo que seu voo esteja cheio" disse o chefe de serviços ao consumidor da empresa aérea, Toby Enqvist.
O estudo estimou que, para receber uma dose infecciosa, um passageiro teria que voar 54 horas em um avião com uma pessoa contaminada.
A pesquisa durante seis meses envolveu 300 testes durante 38 horas de voo e 45 horas de testes em solo. Isso foi feito liberando partículas do mesmo tamanho do novo coronavírus em toda a cabine por seção, cada uma com 42 sensores representando outros passageiros que poderiam entrar em contato com as partículas.
Cada teste liberou 180 milhões de partículas --o número de partículas que seriam produzidas por milhares de tosses.
Os participantes do estudo incluíram a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa e a Boeing Co, entre outros.

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