Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Mundo
  • Professores colocam gangorras na fronteira dos EUA e México para crianças
Veja vídeo

Professores colocam gangorras na fronteira dos EUA e México para crianças

Americanos e mexicanos se divertiram juntos em muro conhecido por conflitos; assista

Publicado em 30 de Julho de 2019 às 19:19

Publicado em 

30 jul 2019 às 19:19
Professores colocam gangorras entre muro da fronteira entre EUA e México Crédito: Instagram
Diante dos históricos de morte, violência e deportações na travessia da fronteira entre o México e os Estados Unidos, o arquiteto Ronald Rael e a designer Virginia San Fratello, da Califórnia, construíram na segunda-feira, 29, gangorras que atravessam o muro entre os dois países para crianças de ambos os lados brincarem juntas. As instalações ocorreram em Sunland Park, cidade do Novo México, nos EUA.
Ambos tiveram a ideia de colocar o brinquedo entre os limites dessas nações em 2009, com o objetivo de mostrar que "as ações que acontecem de um lado têm uma consequência direta no outro", conforme explica Rael em seu Instagram.
O homem, que é professor de arquitetura da Universidade da Califórnia, compartilhou o momento na rede social, mostrando americanos e mexicanos de diferentes idades interagindo entre si.
"[Foi] uma das experiências mais incríveis da minha carreira e da Virginia em um evento repleto de alegria, entusiasmo e união na fronteira", escreveu.
Virginia, que é professora de design na Universidade Estadual de São José, nos EUA, também compartilhou as fotos, destacando, em cada uma delas, as palavras "diversão", "união" e "felicidade".
A ideia está detalhada no livro Muro como Arquitetura: Um Manifesto para a fronteira Estados Unidos - México, escrito por Ronald Rael e colaboradores. A obra apresenta uma visão crítica sobre a criação da barreira entre os dois países e propõe soluções para humanizar essa zona de conflito.
"[O projeto] é um protesto contra a parede e uma projeção sobre o futuro dela. Os quase 1.500 quilômetros de muro são uma oportunidade para o desenvolvimento econômico e social ao longo da fronteira", explica a equipe autora do livro.
"Rael propõe que, apesar de o objetivo da parede ser o de manter as pessoas afastadas, ela é, ao contrário, um atrator, envolvendo ambos os lados em um diálogo comum", completa. 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Exposição com fotos de Sebastião Salgado foi a escolhida para a abertura do Cais das Artes
Cais das Artes e a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha: um legado para o ES
Imagem de destaque
Horóscopo do dia: previsão para os 12 signos em 19/04/2026
Imagem de destaque
Capixaba Esquiva Falcão vende medalha olímpica de prata conquistada em Londres 2012

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados