Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Mundo
  • Não será fácil fazer das Olimpíadas um evento seguro após pandemia, diz OMS
Impactos Covid-19

Não será fácil fazer das Olimpíadas um evento seguro após pandemia, diz OMS

Durante a coletiva, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Ghebreyesus  pediu 'união nacional e solidariedade global' para lutar contra a pandemia

Publicado em 16 de Maio de 2020 às 11:18

Redação de A Gazeta

Publicado em 

16 mai 2020 às 11:18
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS
Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS Crédito: Divulgação/OMS
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou neste sábado que não será fácil garantir que as Olimpíadas de Tóquio, adiadas para 2021, sejam um evento global seguro após a pandemia da covid-19. A declaração foi feita durante coletiva em que Tedros e o presidente do Comitê Olímpico Internacional (OIC, na sigla em inglês), Thomas Bach, assinaram um acordo de cooperação voltado a promover junto a governos de diversos países a prática de esportes como meio para um estilo de vida mais saudável. "As Olimpíadas, atletismo ou futebol não são apenas para os atletas. Têm de ser uma cultura para todos e responsabilidade de todos", disse Tedros.
Durante a coletiva, Tedros pediu "união nacional e solidariedade global" para lutar contra a pandemia até os Jogos Olímpicos, previstos para iniciar em 23 de julho do ano que vem. "Desejamos que Tóquio seja um lugar onde a humanidade se reunirá vitoriosa contra a covid-19", disse ele. "Está em nossas mãos, mas não é fácil. Se fizermos o nosso melhor, especialmente com união nacional e solidariedade global, acredito que será possível."
Especialistas da área da saúde, inclusive do Japão, têm questionado como as Olimpíadas poderão ser disputadas antes da implantação de um programa global de vacinas que seja eficaz. Cerca de 11 mil atletas, de mais de 200 equipes, devem competir ano que vem em Tóquio.
"Neste momento, ninguém pode realmente dar uma resposta confiável sobre como será o mundo em julho de 2021", reconheceu o presidente do OIC, Thomas Bach. "É muito cedo para começar a especular sobre diferentes cenários e o que pode ser necessário para garantir ambiente seguro a todos os participantes", acrescentou. 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Produção de petróleo e gás no ES volta a superar os 300 mil barris por dia em março
Casa do porteiro preso por armazenar conteúdo de abuso e exploração sexual infantil na Grande Vitória
Polícia descobriu fotos de alunos com porteiro ao ir prender filho por exploração sexual no ES
Rosilane Ribeiro era amiga de Mislene e contou como era a vítima
Motociclista morta em acidente em Vila Velha iria se formar em Farmácia no fim do ano

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados