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Preocupações

Catar permitirá bandeiras e símbolos LGBTQ+ na Copa do Mundo de 2022

O países é considerado mais perigosos do mundo para a população LGBTQ+, onde as relações entre o grupo podem ser punidas até com a pena de morte

Publicado em 10 de Dezembro de 2020 às 18:59

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 dez 2020 às 18:59
O estádio de Al Wakrah é o primeiro construído do zero que é finalizado para a Copa do Mundo de 2022, no Qatar
Esta será a primeira Copa do Mundo realizada no Oriente Médio e a Fifa disse estar determinada a pressionar o país para um torneio inclusivo. Crédito: Fifa.com
A liderança do Catar na Copa do Mundo deu à Fifa a garantia de que qualquer material que faça alusão e promova os direitos LGBTQ+ não será removido das arquibancadas.
Com isso, bandeiras com as cores do arco-íris e outros símbolos da comunidade serão permitidos nos estádios no Mundial de 2022.
Com pouco menos de dois anos para a competição, ainda há muitas preocupações com relação à recepção que terão os torcedores LGBTQ+ que forem prestigiar a competição.
O Catar é considerado um dos países mais perigosos do mundo para a população LGBTQ+, onde as relações entre pessoas do mesmo sexo podem ser punidas até com a pena de morte, em teoria, o que diverge totalmente com a postura da Fifa contra a homofobia.
O presidente-executivo da Copa do Mundo de 2022, Nasser Al-Khater, disse à agência de notícias Associated Press que quaisquer que sejam as regras e regulamentos da Fifa serão respeitados.
"Temos um país que é conservador, mas somos um país acolhedor", comentou Al-Khater, em Doha.
"Somos abertos e acolhedores - hospitaleiros. Compreendemos a diferença nas culturas das pessoas. Entendemos a diferença nas crenças das pessoas e, então, acho que, novamente, todos serão bem-vindos e todos serão tratados com respeito."
Esta será a primeira Copa do Mundo realizada no Oriente Médio e a Fifa disse estar determinada a pressionar o Catar a organizar um torneio que seja inclusivo.

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