Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Mundo
  • Brasileiros pedem ajuda para deixar a Ucrânia sob ataque de Putin
Ucrânia

Brasileiros pedem ajuda para deixar a Ucrânia sob ataque de Putin

Grupo de jogadores de futebol está em hotel da capital, Kiev, com familiares

Publicado em 24 de Fevereiro de 2022 às 09:11

Agência FolhaPress

Publicado em 

24 fev 2022 às 09:11
A guerra iniciada por Vladimir Putin contra a Ucrânia atingiu um grupo bastante conhecido no país vizinho: o dos jogadores de futebol brasileiros.
Jogadores brasileiros presos em hotel pedem ajuda para deixar Ucrânia em meio à invasão da Rússia.
Jogadores brasileiros presos em hotel pedem ajuda para deixar Ucrânia em meio à invasão da Rússia. Crédito: Reprodução/G1
Um grupo de atletas está num hotel da capital, Kiev, com familiares. O mais famoso dos jogadores, o atacante Junior Moraes, postou em sua conta no Instagram um pedido de ajuda. "Todos os amigos e familiares, a situação é grave e estamos presos em Kiev esperando uma solução para sair! Estamos dentro de um hotel. Orem por nós!", escreveu.
Ele é naturalizado ucraniano e joga pelo famoso Shakhtar Donetsk, time que forneceu muito pé-de-obra para a Seleção Brasileira nos anos 2010. Também defende a seleção do país.
O time, como o nome diz, ficava na capital da autoproclamada República Popular de Donestk, surgida da guerra civil que atingiu as áreas de maioria russa étnica do Donbass (leste ucraniano), em 2014. Desde então, a equipe mudou-se para perto de Lviv, na outra ponta do país.
A evacuação eventual de brasileiros, uma comunidade que não chega a 500 pessoas na Ucrânia, será uma grande dor de cabeça para a embaixada local. A representação está preparando uma ação, mas depende basicamente da evolução da operação militar. Ela pegou a todos na região, dos dois lados da fronteira, de surpresa apesar dos alertas ocidentais.
Na Rússia, a embaixada brasileira tem cerca de 200 estudantes em contato, parte deles nas regiões mais próximas da Ucrânia, como Rostov. Eles foram orientados a informar dados e contatos para o caso de uma retirada ser necessária. Novamente, é um pesadelo logístico. A Rússia fechou o tráfego aéreo na região sul do país, incluindo 12 aeroportos - o maior deles, de Rostov-do-Don, incluso.
Por ora, contudo, a chance de o conflito se estender no caminho contrário, em direção à Rússia, parece nenhuma. Como disse um empresário brasileiro que vive em Moscou, se as sirenes tocarem na cidade como tocaram em Kiev, não adiantará muito querer fugir: estaremos falando de um ataque nuclear.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
2 milhões no show da Shakira no Rio? Como é feita contagem de multidões e por que ela importa
Imagem de destaque
O preço (e o risco) de ceder ao crime
Foto de Antonio Gramsci por volta dos 30 anos, nos anos 1920.
De volta ao pessimismo da razão e ao otimismo da vontade

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados